A confissão, uma história real

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Uma garota que não que revelar o nome dela, vou chama-la”Ana”, um nome de fantasia, me contou na chat a história dela. No início ela se apaixonou pelo caralho de um colega e depois…

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Eu tinha vinte e oito anos, e cinco anos antes eu saí da minha cidade natal para encontrar um emprego em uma grande metrópole do Brasil. Encontrei trabalho como chefe do repartição para os contatos com o esterior em uma grande empresa do setor automotivo. Meu parceiro Francisco, uma pós-graduação de engenharia, se alistou no exército brasileiro, com o grau de tenente. Assim, ele foi muitas vezes transferido por um lado e o outro do País e eu vivia pela maior parte do tempo sozinha, dispersa naquela grande cidade.
Desde quando fui contratada, passaram cinco longos anos, os fatos de encontros semanais e as vezes quinzenais, com Francisco. Ele chegava na manhã de sábado e ia embora na tarde de domingo.

Dentro desse espaço de tempo, a gente tinha nossos relacionamentos amorosos, em maneira bastante agitada, com a intenção recíproca de recuperar o tempo perdido. É claro que durante a semana eu estava em abstinência sexual e recebia cantadas de vários amigos e colegas que, sabendo que eu estava sozinha, queriam aproveitar da situação e me levar para a cama.
Então, talvez estava escrito na minha cara, a partir de terça-feira eu estava assanhada mesmo e tinha um desejo louco de foder! Esta tortura desgastante e frustrante durou cinco anos, até quando finalmente Francisco conseguiu deixar o exército sem pagar as pesadas multas previstas aqueles que pediam para sair antes do tempo e por isso pouco tempo depois ele conseguiu um trabalho importante em Goiás, nosso estado de procedência, eu pedi demissão do trabalho e após a devida notificação, saí com meu amor por nosso estado nativo.

Agora, no entanto, gostaria de começar a história a partir de cinco anos antes. Como escrevi anteriormente, fui contratada por esta empresa e o primeiro dia de trabalho, eu apareci na firma e um dos proprietários me levou para minha sala. Junto comigo estava uma garota alta, um pouco gordinha, agradável e amigável. Eu, meu nome é Ana e sou magra fisicamente, mas com as formas no lugar certo, loira com cabelo curto, uma bela bunda e pernas bonitas também. Olhos claros e um rosto muito feminino.

Durante meu primeiro dia de trabalho, me apresentaram a quase todos os outros funcionários. Um deles era “S…o” ele, a meio da manhã, desceu do primeiro andar, vi diante de mim um homem de cerca de quarenta anos, careca, mais de um metro e oitenta de altura, sarado, um rosto bonito, sorridente e muito jovial também. Então, você podem me considerar uma tarada, assanhada, mas daquele homem a primeira coisa que reparei foi o tamanho do pau dele. Ele estava vestindo calça jeans que se tornava quase branca naquele ponto.

Com o passar do tempo, falando com as meninas no armazém e nas oficinas, percebi que todas estavam curiosos para saber se aquela protuberância tão avassaladora, era simplesmente um acolchoamento ou se era realmente um caralho de tamanho inusitado. Algumas, estudaram um plano e atribuiram a uma delas a missão de “tocar” o colega no meio das pernas, talvez por causa acidental, fingindo algo completamente não intencional e acidental.

Aconteceu então que uma garota peituda de nome “D…a” quando viu o nosso homem chegando fingiu tropeçar e colocou a mão no pênis” de S…o”. Claro que ela se desculpou imediatamente, mas, infelizmente, o contato foi muito rápido e ela não tinha como saber se era um pênis real ou não. Então, numa tarde, uma mulher, já bastante velha com o nome de” A….a” nos disse que ela resolveria o problema. Quando eu a vi sair de seu escritório” S…o” corrí para o para o estoque para assistis à scena. Ele, que era o responsável pelas compras, veio para falar com ela por razões de trabalho e ela, sem motivo algum tocou o caralho dele – beliscando-o entre o polegar, o indicador eo dedo médio – bem na ponta. Ele olhou para ela com curiosidade, inacreditavelmente surpreso, perguntou-lhe o que diabos ela estava fazendo e ela sorriu e disse que estava apenas brincando. Em suma, aquela coisa que elas viam em sua calça jeans não era um acolchoamento mas era definitivamente um grande caralho!

Eu tenho algumas memórias do que eu, nesses anos, aprontava para provocá-lo, vê-lo ficar com o pau duro em suas calças, e devo dizer que, às vezes, eu consegui.
Por exemplo, uma vez eu tive que fazer um trabalho no primeiro andar, sentei-me à mesa em frente dele e, em seguida, à mesinha com o PC. A mesa tinha um separador e ele não conseguia ver nada, mas a mesinha do PC era discretamente aberta e então, eu, que sempre usavam vestidos leves e muito curto, fingindo não saber que ele podia me ver, fiquei com as pernas aberta mostrando minha calcinha muito pequena que mal escondia mnha doce intimidade. Também naquela ocasião, o provocai mais deixando cair, aparentemente distraída, uma mão entre as minha coxas tocando minha bucetinha, afastando um pouco o tanga, de maneira que ele pudesse ve-la.
Vi-o levantar-se, o cilindro que se expandiu à sua direita, uma vara incrível, ah que vontade que eu tinha aquela vez de segui-lo até o banheiro, onde ele, com certeza animado, ia se masturbar.
Nasceu entre nós, no entanto, um forte vínculo de amizade verdadeira e leal. Ele gostava de mim e eu, por aquela sua grande exuberância, gostava dele, mas, infelizmente, quase até o fim, ele me considerou apenas e sempre uma grande amiga e uma colega.

Com o nascimento de amizade muitas vezes eu desabafei com ele, dos vários problemas, incluindo aqueles relacionados com o casal formado por mim e Francisco. Contei-lhe sobre a distancia, a falta de sexo, o tamanho do pauzinho do meu companheiro, de muitas coisas também muito íntimas e pessoais. Juntamente com o meu amigo e colega, passei dias e noites inesquecíveis, especialmente durante exposições no exterior, onde reinou a amizade. Eu me lembro que uma vez, em Paris, no Boulevard Sebastopol, ele tirou a jaqueta e me abrigou do frio, me abraçou e a gente andou por um bom tempo abraçados. Então, as oportunidades não faltaram, e eu longe de Francesco e ele longe da sua esposa, a gente poderia ter transado um monte de vezes. Eu tentei fazê-lo entender alguma coisa, bastante explicitamente deixei entender que estava a fim de fazer sexo com ele, mas ele, confessando a sua admiração, talvez para respeitar a amizade, nunca quis tentar algo alem de um abraço apertado ou uma piscada cumplice.

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Chegou assim meu penúltimo dia de trabalho, levei bolos para almoço, refrigerantes e vinho espumante, os colegas me entregaram um presente e todos brindaram juntos desejandome boa sorte para minhas futuras experiências de trabalho. Cumprimentei um por um todos os outros e deixei como último meu amigo e colega “S…o”. Eu disse na frente de todos que “last but not least” ia cumprimentar o grande “S… o”. Abracei-o muito apertado, e ele me cumprimentou em seus braços poderosos igualmente carinhoso. Mesmo lágrimas apareceram e ficamos abraçados por um longo tempo. Quando nos separamos do abraço, o refeitório estava agora vazio. No dia seguinte, eu teria só trabalhado até o meio-dia, em seguida, com a permissão dos proprietários deixaria para minha nova experiência.

Lembro-me que, às nove horas da manhã, eu fui para o primeiro andar, no escritório dele para fazer umas xerox. Eu usava um vestido vermelho, como sempre, muito curto, estava virando as costas para “S… o”, ele estava sentado a sua mesa, a primeira cópia estava errada e eu amassei-a e joguei no lixo o que estava ao lado da copiadora. Eu era, na verdade uma jogadora de basquete muito ruim e a bola de papel caiu fora do lixo. De do papel, quero evidenciar que fiz isso de propósito, eu dobrei as pernas esticadas para fora para pegar o papel amassado, conscientes de que o vestido teria subido sobre minhas nádegas.

Eu fiquei nessa posição alguns segundos a mais do que deveria, e quando levantei percebi sua presença atrás de mim. Ele me abraçou por trás, pegando com as mãos fortes nos meus peitos. Presa por aquele abraço macho, só virei o rosto e encontrei os lábios dele que se apoiaram animados e febris nos meus. Abri a boca, enquanto ele me deixou momentaneamente livre, me virei e ele novamente me segurou contra ele, estava sentindo sua masculinidade contra o estômago, nos beijamos novamente, e então ele me pegou pela mão e literalmente me arrastou para a sala de reunião, fechou atrás de nos a porta e me levantou, me fazendo sentar na mesa, tirou minha calcinha trazendo minha bucetinha à borda da mesa, com uma mão abriu o zíper e, em seguida, soltou o cinto, deixou cair as calças no chão e fez sair lateralmente seu magnífico canhão, aquele pau enorme que tanto tinha desejado. Encostou a cabeça gigante do seu pau no meu pequeno buraco, entrou em mim e começou me foder bem gostoso.

Meu Deus! Que diferença entre o pequeno palito de Francisco e o gigantesco pau de “S…u”, não entendi mais nada desde o primeiro segundo, ele sussurrou-me que estava muito apertada, eu lhe disse que estava morrendo, que estava gostando demais, perguntei-lhe nunca parar, fiz ele um jurar que teria me seguido aos confins do mundo. Me fez gozar um par de vezes, em seguida, um momento antes de encher minha xoxota com seu esperma, ele me pediu uma confirmação do que já sabía há muito tempo, ele quis saber se eu sempre estava tomando a pílula, eu respondi com um sim demorado e ele me encheu com um rio de porra quente. Quando ele tirou o pau de mim, ele colocou a mão para evitar que a descida de seu esperma manchasse a mesa.

Ele me ajudou a me limpar e limpou o pau dele, então eu o abracei e me beijou com transporte, ele disse-me de me amar desde sempre e foi aí que eu disse a ele que eu o amava desde o primeiro dia.
Vi que ele estava vestindo as calças, eu rapidamente desci e o peguei na minha boca, enquanto eu sentia que alguém estava procurando por ele em seu escritório. Não me importei e começei um boquete regal, tentando usar todos os métodos e técnicas para fazê-lo gozar mais. Ele, em um ponto, me agarrou pelos cabelos eme fez levantar, em seguida, virou-me como se eu fosse um galho e me fez colocar meus seios na mesa, me deu uns tapinhas na bunda, logo em seguida senti aquela vara poderosa se encostar no minúsculo buraco do meu cu, com os dedos molhou de saliva dentro e fora do cuzinho e depois empurrou o pau para dentro.

Eu já dava o cu para meu namorado, mas meu esfíncter não estava acostumado a esse enorme pepino. Lutou dolorosamente até superar com a grande cabeza o anel do meu ânus, empurrou de novo e começou a me foder com força no cu. me falava baixinho palavras de fogo, que eu tinha uma bunda maravilhosa, que ele estava abrindo, penetrando, que teria enchido meu intestino de porra. Naquele momento eu entendi por o socar del cada vez mais rápidos, que estava para gozar, levei então as mãos para trás para abrir melhor as nádegas e ele enfiou-o dentro de mim até as bolas.

Senti que de repente ele tirou o pau de dentro de me, pegou-me pelo cabelo, me fez voltar e agachar: seu pau que agora tinha um gosto amargo estranho estava de novo na minha boca. Ele gozou na minha boca, senti a porra quente inundar meu paladar. Logo em seguida tirou o caralho da mia boca e se masturbou e salpicou esperma no meu rosto, que eu avidamente lambi. Ele gostava de terminar uma corrida a par e assim me fez sentar novamente na mesa, levantou minhas pernas no ar e insinuou sua boca no meu cu e na minha perereca molhada. Em seguida, começou a lamber o clitóris, meu ponto G, eu não fui capaz de resistir por muito tempo e chegou a minha vez de molhar profusamente a boca o rosto dele.

Saímos um por um dà sala de reuniões. Eu virei diretamente para o banheiro enquanto ele foi direto para a sua sala que estava ao lado da sala do nosso pecado.
Ao meio-dia, subi para cumprimentá-lo e, infelizmente, ele era com o titular, o abraçei afetuosamente assim mesmo e fui embora. Na rua, antes de entrar no carro, olhei em direção à sua janela, ele estava lá para me cumprimentar com a mão.

A moral da história é: Melhor tarde do que nunca! É claro que se tivesse acontecido antes…

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