A minha vizinha sozinha em casa

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Olá me chamo Flávio e o que vou contar aconteceu no ano passado. Eu moro num bairro de ocupação na capital paulista. Minha casa de aluguel divide quintal com mais quatro famílias. Tenho uma vizinha, Soraia, que tem um filho de 11 anos e uma filha de 9, Guilherme e Rebeca. O padrasto das crianças trabalha e a mãe sempre fica em casa com eles. Ela briga bastante com eles e os põe para arrumar a casa todos os dias. Certo dia, eu estava de folga no trabalho e fui ao mercado, e quando voltei a Soraia estava saindo, e ao passar no quintal eu vi a Rebeca e uma amiguinha dela assistindo tv.

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Eu quis puxar assunto com a Rebeca que é uma menina bonita, eu dei uma de bobo e pedi pra ela chamar sua mãe (que acabara de passar por mim no quintal). Ela disse: “-minha mãe não tá”. Eu com um tom de desapontado perguntei se ela iria demorar. Então ela disse que sua mãe foi no centro da cidade comprar material escolar. Pra minha alegria em menos de umas quatro horas ela não voltaria, ainda que a vi acabar de sair.

Perguntei se ela sabia onde tinham colocado o secador de cabelo, que Soraia me pediu um dia desses para eu dar uma olhada, pois o fio estava com mal contato. Ela não deu muita atenção, só disse que deveria estar no quarto da mãe dela. Então eu insisti e disse com uma voz doce: “-meu anjo, é que hoje eu tou de folga e tenho tempo pra mexer pra ela(Soraia)”. Ela então me encarou com mais atenção e disse que ia ver se achava. Então se levantou do sofá e foi em direção ao quarto da mãe dela e eu sem ser convidado entrei e fui atrás dela.

Pensando naquela situação, ela sem um adulto por perto, e eu a seguindo para o quarto tive logo uma ereção. E ela quando me viu invadir sua casa ficou meio desconfortável mas não reclamou. Eu disse “-licensa, só vou te ajudar a procurar tá princesa”! Daí ela me deu um sorriso e ficou mais solta. Ela disse que o quarto da mãe estava trancado e que teria que esperar o seu irmão chegar da escola. Eu então insisti e perguntei se não poderia estar em outro lugar!

Olhei então no próximo quarto e ela veio junto comigo. Nisso sua amiga se levantou e veio até nós. Eu fiquei no meio do caminho de propósito para quando ela passasse topasse no meu pau que tava duro. A amiga dela não era bonita a ponto de me chamar a atenção. Mas naquele momento não precisava ser a Rebeca. Ela quis entrar no quarto onde a Rebeca estava e eu no caminho. Ela pediu licença e se espremeu com o bumbum no meu pau.

Quando percebeu o meu volume voltou no mesmo momento e passou novamente sem saber disfarçar. Daí ela passou a terceira vez, dessa vez bem de vagar. Então eu segurei ela pela cintura e encaixei meu pau bem no meio do reguinho do bumbum dela. Ela se espantou e eu disse que estava tudo bem. Então ela se apoiou com o bumbum no meu colo e precionou contra mim. Foi como se ela tivesse a curiosidade de sentir aquele momento. Eu fiquei espantado com a reação dela mas deixei. Com a minha mão na sua cintura eu precionei ela contra mim. Não era a Rebeca mas serviria.

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Só perguntei quantos anos ela tinha e ela me disse que tinha 10. Eu pensei comigo “então serve”. E eu com naturalidade coloquei a mão na pepeca dela e alisei com o dedo lhe perguntando se era bom ali e ela deixava e dizia que sim. A Rebeca estava de costas procurando o secador e nem percebeu. Era arriscado se a Rebeca olhasse para trás e visse aquela cena. Dito e feito, a Rebeca se vira e me vê acochando sua amiguinha e com a mão na pepequinha dela. Fiquei em choque e me afastei dizendo: “- apareceu mais uma gatinha pra nos ajudar a procurar Beca”!

Ela com um olhar meio arregalado disse a amiga para pegar uma cadeira na cozinha pra ela ver em cima do guarda roupa. A amiga obedeceu. E eu perguntei pra Rebeca como era o nome da amiguinha dela. Ela me disse: “-Marta!” Quando a Marta chegou com a cadeira a Rebeca colocou perto do guarda roupa mas mesmo assim a cadeira não era suficiente pra ela olhar sobre o guarda roupa. Então eu disse: “-posso te erguer e vc diz se está aí. Ela também em choque disse que era melhor não pois tinha medo de cair. Então a Marta disse “- ergue eu que eu não tenho medo.” Daí a Rebeca disse:”- não! Ergue eu mesma”

Eu me abaixei e agarrei as coxas dela com os braços e a levantei, sentei ela no ombro direito e com as mãos embaixo do bumbum a levantei mais ainda. Ela então olhou e disse que não estava lá. Ela se virou de frente pra mim, com as mãos no meu pescoço e eu fui deslizando ela pelo meu corpo até o chão. Ela também sentiu meu pau mas não disse nada. Então eu disse “- deixa pra lá. Quando sua mãe chegar eu pergunto pra ela, tá!” Saí dali e fui pra casa e dei tchau pra Marta. Fui bater uma no banheiro e quando penso que não, as duas na minha porta com o secador. Eu saí de toalha e disse pra elas entrarem que eu ia me trocar e já voltava. O restante tenho que deixar para outro dia pois está longo e estou sem tempo agora.

Conto enviado por:  Flavinho (Obrigado)

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