A sogra de amigo que é a boa

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Eu preciso contar pra você meu amigo que aconteceu noite passada num dia tranquilo de verão fui a praia, não era uma coisa muito comum de acontecer, apesar de morar no litoral não costumo ir a praia sou mais chegado em ir pra uma cachoeira ou algo parecido.
Então caminhando na praia encontro um camarada conversamos um pouco ele me chamou pra ficar com ele e os familiares que estavam curtindo um Sol.

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Não tenho muito controle com esse tipo de coisa, quando cheguei me deparei com a sogra dele exibindo uma enorme bunda num minúsculo biquíni.  Já à conhecia e admirava as curvas da expendida morena cor de jambo, muito linda. Não poderia ser genro dela porque iria estar em pecado cobiçando a própria sogra.

Ficamos ali conversando sempre que ninguém estava olhando eu dava uma  olhadinha naquela bunda descomunal, imaginando comprar seria ver aquela bunda escultural  a minha disposição.
Conversa vai conversa vem entramos num papo de trabalho falei que estava trabalhando com montagem de móveis
— Olha legal, e estou precisando desse tipo de serviço meu filho nasce logo, preciso de montador pra montar o berço e o guarda roupas
—fecho então vamos combinar, me liga amanhã e marcamos.
No dia seguinte fui à cada dele pra montar os móveis do quarto do bebê, bati na porta o celular tocou.
— Cara tô na sua porta!
— Não deu tempo avisar minha esposa vai ter neném agora.
— Então vou embora…
Quando a porta se abre a sogra dele com um grande sorriso hipnotizante, nem ouvi mais o que ele falou

—Estava esperando você, pra montar os móveis, pode entrar
Quando ela se virou, meu queixo caiu. Ela estava de canga bem fininha e transparente, que dava pra ver toda silhueta do corpo, inclusive a parte minúscula da parte de baixo do biquíni que usava
Não acreditava que  iria ficar sozinho com ela comendo-a com os olhos pelo menos uns vinte minutos trabalhando até desbaratinei da  situação até que ela me chamou pra fazer um lanche.

Na minúscula cozinha ficamos bem mais próximos que antes, pelo fato de estarmos sozinhos conversamos descontraidamente. Mais uma coisa incomodava bastante  me tirava do centro, ela passava pra pegar talheres na gaveta. Me deixavam numa posição delicada pois sua bunda maravilhosa fica à  centímetros do meu rosto totalmente ao alcance da minha mão.
Comecei a ficar excitado com aquela situação, já começando a imaginar situações bem eróticas com aquela loucura de mulher.
Voltei ao trabalho mais não tinha paz na cabeça, ficava só me imaginando tirando aquele micro biquíni, quando  o silêncio foi quebrado.

— Moço por favor me ajude.
Fui imediatamente ver o que aconteceu, e ela tinha quebrado a torneira do quintal, consegui achar o registro e troquei a torneira. Meu trabalho já estava quase no final terminei e cuidei da emergência da torneira, ela já me esperava com um café.
Agora o papo já era mais descontraído, ela ainda estava molhada do acidente com a torneira e perguntou se me importaria se ela tirasse a canga.  Pensei um pouco pra não ser evasivo, afinal ela era uma mulher casada mais experiente poderia se ofender ou constranger má resolvi falar assim mesmo.

— Não me importo agradeço.
Com um sorriso nos lábios, sem sair da minúscula cozinha tirou a canga, fiquei maravilhado e ao contrário de antes nem desfacei olhei fixamente pro corpo escultural da morena.  Caminhando em direção da bendita gaveta de talheres, de costas.
Trémulo mais decidido coloquei a mão na bunda.  Aguardo uma reação positiva ou negativa, afinal tinha apostado todas as fichas com o jogo desfavorável. Um suspiro profundo deu uma esperança e parti pra o próximo passo coloquei a outra mão na cintura dela e encontro atrás dela pra que ela sentir a intensidade da ereção que ela estava proporcionando

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Aguardei uma próxima atitude dela que chegou de imediato com uma empinada na bunda e encostando a cabeça no meu ombro, a partir desse momento passei a ver meus sonhos se realizando ali naquele momento.
Abraçando ela e pressionando  bem pra que ela sentisse toda a força da minha ereção.
Num suspiro terminando até com um gemido doce
Não me contive mais, esquecendo tudo ao redor, parti pro ataque, já tirando-lhe a parte de cima do biquíni e me deliciando com aqueles lindos seios, que mais pareciam serem ceios de uma jovem de dezesseis anos. A beleza dela em relação a uma mulher de meia idade, era descomunal, agarrei aqueles seios com corações chupando os dois com muito afinco.
Ela não se fez de rogada, já abri minha calça puchou o mastro pra fora, e acariciou com uma certa força. E falando ao meu ouvido
—Quero mamar nele até o talo!

Prontamente concedi o desejo que também iria me dar muito prazer, abocanhou com maestria em alguns momentos tinha que conter a empolgação dela pra não gozar, até que não aguentei precisa  saciar todos os meus desejos.
—Agora é a minha vez
Deitando-a no chão da cozinha, abri bem suas pernas e passei a fazer um oral com toda a dedicação que ela merece lambi,  chupei e acariciei o clitóris, grandes e pequenos lábios se esquecer de nada. Os gemidos dela eram música prós meus o
Agarrava meus cabelos me puxava até que pediu
—Quero ser penetrada.

Era como falar para um pobre “ você ficou milionário” a felicidade era grande, posicionei ela de quatro, na posição mais gostosa e primitiva, coloquei lentamente admirando sempre aquela bunda.
Recebendo com gemidos e muitos movimentos de quadril e ia me deliciando com tudo que estava acontecendo. Passei a desferir umas estocadas sempre aumentando a força e a velocidade e os gemidos já eram gritos, o barulho da virilha com a bunda contratava com os berros que evocam na pequena cozinha.
Tirei um pouco pra não gozar e ela retrucou e já enfiei novamente
Fiquei olhando fixamente o cuzinho sacolejando com as estocadas molhei o dedo com saliva passei nas bordas ela contraiu, fiquei receoso mais fui pra uma segunda investida. Quando coloquei ela falou
—Vai devagar, quero sentir só prazer

Passei o polegar ao redor introduzindo e tirando ao mesmo tempo em que fodia a xoxota dela. Quando estava bem lubrificado preparei pra penetração ela bem receptiva empinou e se preparou.
Fui enfiando bem devagar e lendo os movimentos do corpo dela pra não machucar, com movimentos sinuosos no quadril ela vai se encaixando, quando já estava tudo dentro começou o vai e vem e a frequência foi acelerando e cada vez mais rápido até que o clímax em fim chegou , ela percebeu e disse não goze dentro.
Arranquei de dentro e gozei nas costas lambuzando tudo. Agarrando meu pau e chupando com vontade sugou todo esperma e me disse.
—Da  próxima vez quero que goze na minha cara.
Nunca fiquei tão feliz depois de uma transa.

Conto enviado por:  Jerlis Dias Souza (Obrigado)

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