Aproveitando a festa

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Eu sou Antônio, tenho 29 anos sou um cara acima do peso, negro, mas infelizmente não passo na fila dos bem dotados. Tenho uma certa timidez. Como adoro música quando saio para o trabalho ou pra universidade já estou com o fone de ouvido nas alturas. Não desejo ouvir nada, pois sempre acho o papo dos outros no transporte coletivo pouco interessante.

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São as senhoras falando da vida dos outros, os estudantes falando de suas atividades, mal dos professores ou reclamando que tudo é um saco – a fase da adolescência – rebeldes sem causa. Um determinado dia eu tinha esquecido o fone e estava no ponto esperando o ônibus e encontro minha nova vizinha. Como estou usando um relógio no pulso esquerdo ela me pergunta as horas, eu respondo e ela me pegunta se o ônibus que ela precisa já havia passado pelo ponto.

Até então estava desligado e passo a reparar nela. Ela também era acima do peso, branca, olhos claros e o mais interessante seios fartos. Depois de reparar rapidamente digo a ela que o ônibus não passou, mas que pelo aplicativo passará daqui a 5 minutos. Nesse dia, infelizmente, eu tinha esquecido o fone de ouvido em casa e tenho de prestar a atenção no mundo ao meu redor. Nessa hora a vizinha nova passa a me fazer uma série de perguntas e nesse dia, como eu tinha perdido o ônibus que me deixava na porta do meu trabalho peguei o mesmo que ela. Trocamos ideia sobre coisas interessantes naquele dia e ela pegou meu contato.

No final de semana por ironia eu estava em casa. Raramente isso ocorre, não que eu seja baladeiro, mas dou aulas particulares pra ter uma grana extra na semana, então fico muito pouco em casa. No domingo estava cuidando das coisas como a alimentação da semana e colocando a roupa na máquina pra lavar, quando a campainha toca. Quando abro a porta dou de cara com minha vizinha novata.

Ela me conta que teve um problema e que precisava de ajuda. Eu a convido para entrar, ela conta o problema e eu a ajudo, da maneira que posso, nesse tempo trocamos mais algumas ideias e eu digo que quando ela precisasse e desse a sorte de me encontrar em casa eu estaria a disposição. Assim fomos nos falamos e depois de quase dois meses estávamos mais íntimos. Criamos uma amizade legal.

Os vizinhos achavam que estávamos tendo um caso, mas nunca tinha rolado nada. Até que num certo dia ela me conta que estava sem transar desde quando terminou seu último namoro e que isso fazia uns quase sete meses. Até então isso não me abalou, pois eu estava tratando como uma sincera amizade. Uma relação fraternal mesmo.

Passou-se o tempo e numa de nossas conversas ela disse que não queria ficar com qualquer cara, pois queria realizar alguns desejos que nunca houvera contado a ninguém. Um defeito que tenho é ser curioso e ela me conta um dos desejos. Eu tenho uma imaginação fértil e a cena vem a minha cabeça, com um detalhe quem está realizando esse desejo dela sou eu. Nisso eu fico aguçando pra ela me contar os outros, mas ela é bem segura e não me conta.

O detalhe é que eu fique com a coisa na cabeça e com uma vontade de fazer. Passam-se alguns meses e sou convidado pra festa de aniversário na casa d ela. Digo que só aceito o convite se ela vier me buscar em casa e claro se ela levar uma amiga gata do trabalho pra eu conversar e conhecer. Uma brincadeira, me fazendo de difícil, mas como estava sem nada pra fazer iria a festa.

Chego lá dou o presente a ela. Bem escroto que eu sou dou uma calcinha comestível, vocês vão entender o por que disso ao longo da história e fico na festa. Como não gosto de beber fora de casa, apesar da casa da minha vizinha ser em frente a minha, eu fico na água e no refrigerante e vejo as pessoas se divertindo com músicas sertaneja e dançando seus pagodes. Todo mundo se diverte e eu fico observando o movimento da festa das pessoas e percebo que na casa tem meio um ponto cego.

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Fico animado e vou pensando logo em colocar o plano em prática. O dia vai se passando e eu mais atento ainda. Vou percebendo as pessoas m eio grogues da festa e minha vizinha mais pra lá do que pra cá. Chamo ela pra conversar bebemos uns copos de água, a ideia é ela recobrar os sentidos. Não quero fazer nada com ela inconsciente e as pessoas começam a sair da festa.

Quando quase todos vão embora eu me escondo. Depois de um tempo, quase uma hora percebo que todos haviam saído da casa. Eu estou na região do quintal e entro na casa antes que fique trancado do lado de fora e espero só a minha vizinha ir dormir.

Depois de um tempo percebo que a minha vizinha está dormindo. Esqueci de comentar que fui a festa e levei comigo uma pequena corda. Da qual estou munido no momento e subo com uma sutileza quase perfeita percebo a pouca luminosidade, mas mesmo assim consigo amarrá-la a cama. Estou muito excitado, mas volto a cozinha pra pegar um banco, me sento ao lado da cama. Aprecio aquele corpo, muito interessante a vontade que tenho é de dá uns tapas na bunda dela, mas me acalmo, respiro um pouco e sussurro em seu ouvido cheguei pra matar sua vontade. Ela acorda muito assustada, quando ela vai gritar eu tapo a boca dela com minha mão e faço sinal de sil êncio. Depois de uns poucos minutos ela se acalma e com a luz do quarto ligada ela me vê. Digo que o presente mais importante que eu vou dar a ela é saciar um desejo que ela tem e começo a brincadeira.

Começo então a brincar com sua orelha, mordo, assopro, dou lambidas, depois vou ao pescoço, meu alvo são os fartos seios coloco minha mão nos seios dela e aperto os mamilos com uma vontade imensa ela que gemia baixo começa a gemer mais alto e a me xingar, quando percebo os mamilos dela bem duros eu caio de boca nos peitões e começo a mamar aproveito a minha mão e coloco na sua xota já um pouco molhada e fico mamando um seio e batendo uma siririca pra ela. Me canso dessa posição e então vou cair de boca naquele bucetão, pra saber se ela gosta de fazer sexo anal começo a brincar c om meu dedo eu sem anus percebo que ela fica bem excitada e meio com medo, quando ela me pergunta o que eu estou fazendo ali.

Então vou com a língua da buceta pro cu e fico nesse movimento até que ela goza. Pensei naquele momento em deixar ela amarrada ali e ir embora pra minha casa, mas queria também tirar minha lasquinha da situação. Coloquei o pau pra fora e fiquei com ele perto dos lábios de minha vizinha, quando eu percebia que ela queria chupar eu me afastava, até que eu deixei ela brincar com meu pau. Nossa, ela chupava meu pau como se fosse um pirulito e eu fui ficando doido que não resisti tive de gozar eu sua boca. Depois disso endureci meu pau de novo e comecei a comer a vadia. Comecei pelo cu e depois comi a buceta até nós não aguentarmos mais. Nessa brincadeira perdemos a hora do trabalho, mas isso pouco importa. O importante é que realizei uma fantasia dela e claro ela fo i me contando as outras, porém vou deixar você curiosa.

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