As melhores picas do colégio

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Eu me chamo Júlia, tenho 16 anos, e vou relatar o que aconteceu comigo há quase duas semanas. Estou escrevendo o conto porque simplesmente não consigo parar de pensar naquela noite.  Eu era a menina mais gostosa do colégio. Sério, não tinha um único cara que não queria me foder lá. Mesmo os que namoravam não escapavam. Eu adorava aquilo. Adorava ser desejada. E a melhor parte era que eu não desejava ninguém. Eu tinha fama de ser insaciável. Nunca um garoto havia conseguido me fazer gozar.

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Eu estava no primeiro ano do Ensino Médio, e no segundo haviam três meninos chamados Dionys, Emerson, e Gabriel. Dionys era um moleque lindo, com cabelos castanhos lisos, magrelo, e estilo de skatista; Emerson era o mais “machão” dos três: era o mais forte, tinha carinha de mau, pele bem bronzeada, e estava sempre com um boné aba reta virado pra trás. Ele ficava lindo demais na roupa de militar que tinha; e o Gabriel era o mais alto dos três. Era loiro do olho azul, e tinha um tanquinho de dar inveja.

Uma das minhas amigas, a Gi, era ex do Gabriel, e se tinha uma coisa que ela sempre dizia que sentia falta, era da pegada dela. De acordo com o que ela descrevia, ele era um leão na cama, e era daqueles que te faziam implorar por mais. Eu sempre achei aquilo ridículo, pois nunca havia experimentado algo assim. Ela já pedira diversas vezes para que eu chamasse o Gabriel pra transar, apenas pra eu experimentar aquele pau maravilhoso. Eu nunca me dei ao trabalho, pois sabia que ia me decepcionar, como com todos os outros. Isso até que minha outra amiga, Clara, chegou na escola certa vez, totalmente mudada. Assim como eu, ela nunca tinha gozado com um cara. Ela estava radiante, quase em transe, então perguntei o motivo daquela felicidade toda.

– Você não tem noção, Ju. – disse ela, sorrindo pra mim. – Aquele Gabriel é foda demais na cama.
– É, não é? – concordou Gi. – Você gozou em quanto tempo?
– Menos de cinco minutos eu já tinha gozado duas vezes. – contou Clara.

Eu não havia acreditado. Era impossível um moleque de dezessete anos ter feito a Clara gozar duas vezes. Eu acreditaria se tivesse sido um homem experiente, com mais de trinta anos. Mas aquilo ficou na minha cabeça até o intervalo. Então decidi procurar o Gabriel. Ela estava jogando bola com o Dionys e o Emerson. Os três estavam sem camisa. Nossa, que espetáculo. Embora só o Gabriel tivesse tanquinho, Emerson e Dionys tinham corpos exemplares. Principalmente Emerson, que tinha braços muito definidos.

– Gabriel, vem aqui um pouco. – chamei ele da orla da quadra.

Ele veio suado e coçando o saco. Nossa, eu vi aquele volume no short de jogar bola e senti um puta desejo, mas não podia demonstrar.

– Eai. – falou ele, naquela voz grave.
– Fiquei sabendo que você comeu a Clara.

Ele sorriu arrogantemente e falou:

– Soube certo então. Acabei com tua amiga. Quer ser a próxima?

Eu senti meu rosto ruborizar e desviei meu olhar daquele azul intenso dos olhos dele.

– Por acaso eu quero sim. Fiquei sabendo que você é ótimo.
– Soube certo de novo, então. Eu manjo pra caralho. Tu nunca gozou com um macho, né? Vou dar um jeito nisso.

Eu forcei um riso.

– Duvido. Aposto que você é só papo.

Ele sorriu novamente e pegou o volume do short dele.

– Ta vendo isso aqui? Quando eu terminar tu vai implorar por mais que nem tuas amigas faziam.

Dionys e Emerson se aproximaram de nós. Nossa, que corpos. Nunca havia reparado em como eram lindos…

– Vai pegar? – perguntou Emerson ao amigo.
– Vou sim. Essa aí duvida que eu faça ela gozar.
– Duvido mesmo. – disse desafiadoramente.
– E se formos nós três? – perguntou Dionys, colocando o braço em volta do ombro de Emerson e Gabriel.
– Vocês três? E como vou saber que vocês dois são bons?
– Tu vai saber. – disse Emerson. – Não vai se arrepender.

Eu queria recusar. Queria me fazer de difícil. Mas não tinha como. Eram gostosos demais… Então concordei.
Meus pais saíam para trabalhar às 16:00, e foi a hora que marquei para aqueles três convencidos aparecerem aqui.
E não deu outra. Fechou 16:10, e a campainha tocou. Eles estavam lá no portão, esperando. Emerson com uma regata que deixava aqueles braços fortes à mostra, Gabriel sem camisa, exibindo o tanquinho mais lindo que já vi, e Dionys com o skate na mão.
Eu admito que estava nervosa. E isso nunca acontecera antes. Nunca fiquei intimidada por caras antes. Mas estes eram diferentes.
Eles mal entraram, e Dionys e Emerson já tiraram as camisas e a jogaram na sala, como machos folgados que eram.

– Então quem vai primeiro? – perguntou Dionys.
– Eu. – disse Gabriel, tirando a bermuda e ficando só de cueca. Meu Deus, que visão do paraíso: era uma cueca box vermelha, e o volume dele insinuava uma pica de 22 cm no mínimo. – Já que ela me convidou primeiro.
– De boas. – disse Emerson.

Eu os levei para o quarto dos meus pais, que era o único que tinha cama de casal. Emerson e Dionys ficaram sentados no chão enquanto Gabriel arrancava minha roupa e me jogava com violência na cama.

– Vou te comer que nem o macho do teu pai fode a puta da tua mãe. – disse ele.

Ele levantou minhas pernas, e quando vi aquela rola, fui ao delírio. Com certeza tinha mais de 22 cm. Não tinha muitas veias, mas a cabeça era muito gostosa. No momento em que ele colocou a rola em mim, eu gemi mais alto do que nunca. Ele metia gostoso demais. Eu não tinha ideia de onde ele tinha aprendido aquilo, mas fiquei com vontade de gozar em três minutos. Mas não podia. Não podia fraquejar. Eu tinha minha reputação. Se eu gozasse tão rápido assim, certeza de que eles iriam espalhar a notícia, visto que eram extremamente arrogantes.

– Ta gostando, putinha? – perguntou ele enquanto metia.
– Muito! – a palavra simplesmente pulou na minha boca, o que fez ele sorrir.
– Eu disse, não disse? Eu era foda. Fala que sou foda.

Eu não queria falar. Eu não podia, mas ele era. Era o mais foda de todos.

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– Fala! – agora ele estava mandando, não pedindo, e começou a meter ainda mais rápido.
– VOCÊ É FODA!
– O mais foda?
– O mais foda! O mais…

E então gozei. Gritei tão alto que quem estivesse passando lá fora, com certeza teria ouvido.
Eu estava de olhos fechados por causa do tesão, mas consegui ouvir os risos dos três.
– Isso aí, alemão. – elogiou Emerson enquanto Dionys ria.
– Gozou gostoso, cachorra? – disse Gabriel, batendo na minha cara para eu abrir os olhos.
– Muito… Me dá mais… Por favor…
– Não sei não. Será que tu merece? – disse ele, começando a meter lentamente num movimento muito sensual.
– Mereço! Por favor, me come!

Naquele ponto eu não estava mais ligando para minha reputação. Eu só queria aquele pau. Eu tinha gozado em quatro minutos. E quando ele começou a bombar aquele pau incrível, eu já fiquei com vontade de gozar de novo.
Quando gozei pela segunda vez, ele começou a gargalhar.

– Que puta fraca. Os machos que te comeram que eram muito ruins ou eu que sou foda demais?
– Você que é foda demais… Não para, fodão! Não para!

Ele, de repente, tirou o pau de mim, e eu entrei em desespero. Aquele pau era muito grande… Passava do umbigo dele.

– Agora é vez dos meus parça. – disse ele. – Vai ter que ficar sem essa picona aqui.

Ele nem chegou a gozar enquanto eu gozei duas vezes. Eu duvidava que algum dos dois amigos pudesse ser melhor… Mas foram…
Gabriel colocou a cueca, deu um “toca aqui” em Dionys e Emerson e se sentou no chão, bem folgado.
Emerson quis ir em seguida. Quando ele tirou a calça, eu já quis gozar. Aquela pica morena saía para fora da cueca box preta que ele usava.

– Que foi? Ta assustada? – perguntou, ele, convencido.

Então ele me pegou no colo e me jogou na parede. Ele era tão forte que conseguia foder comigo no colo sem problemas.
Meu Deus, que pica… Ele metia ainda mais rápido que Gabriel, e enquanto metia, eu gritava, chorava, apertava as costas dele.

– MAIIIISSSSS – eu gritava.
– Eu sou melhor que o Gabriel, sou, puta? – ele sussurrou no meu ouvido.
– É… Tu é foda demais… Não para, não paraaaaa
– Ele é um viadinho e eu sou machão, né?
– Isso, isso! Você é o machão!

E então gozei, gritando e apertando ele com força.
Ele me jogou na cama como se eu não fosse nada, eu toda acabada, querendo pedir mais, mas sem voz depois de ter sido humilhada pela pica maravilhosa do Emerson.

– Calma que tem mais um. – falou Emerson, vestindo a cueca e se sentando do lado de Gabriel.

Então foi a vez de Dionys… E foi o melhor de todos. A cueca dele era branca, e a rola dele era do tamanho da do Emerson, mas era veiuda e o saco era muito grande e gostoso. Diferente dos outros, ele não foi direto na penetração. Ele começou chupando minha boceta, e eu fui ao delírio. Foi a melhor chupada que já recebi. Em menos de dois minutos eu já tinha gozado com o oral dele. Ele olhou para os amigos, rindo de um jeito tão arrogante e convencido… Que eu foi a loucura.

– Ela já gozou.

E os amigos riram. Então ele me virou de costas, ficou roçando aqueles 25 cm no meu cuzinho, me provocando.

– Tu quer piroca, quer? – perguntou ele.
– Quero, quero! Me dá sua pica, dá!!

Então ele colocou em mim de uma só vez. Gozei na hora. Bastou ele simplesmente colocar aquela pica em mim, e eu já gozei… Foi insano. Mas eu decidi que não queria parar de dar pra aquele moleque nunca mais. Eu queria casar com ele, ser a puta dele… Ele metia tão gostoso, de um jeito tão perfeito, ele com certeza já devia ter transado muito… Não era possível.

– Quem é teu comedor, puta?
– Você! Você é meu comedor!

Eu queria gritar que amava ele. Eu tava apaixonada. Apaixonada por aquela pica. Não estava nem aí se ele fosse me trair sempre ou me tratar feito lixo… Eu queria casar com ele… Queria aquela pica todos os dias.
Gozei três vezes com aquela piroca dentro de mim, até que ele tirou e me virou novamente.

– Então, não era tu que nunca gozava com macho? Gozou com nós três, vadia. Tu é muito fraca.
– Não sou… Vocês que são bons demais… – disse, com a pouca força que eu tinha. – Casem comigo… por favor… Eu quero… eu preciso.
– Ih, sai fora, vadia. – disse Gabriel.
– Azar o teu. – falou Emerson. – Essa pica não tem dono. Vamos embora.

Então os três colocaram as bermudas, e saíram sem camisa do quarto. Eu queria gritar pra ficarem, mas não tinha forças… Eles acabaram comigo… As três melhores picas do mundo… Eu ouvi o portão abrindo e as vozes deles do lado de fora, assim como o skate de Dionys na calçada.

– Vamos na casa da Débora agora? Tô afim de fazer mais uma puta chorar. – disse Gabriel.

Eu fiquei com muito ciúmes… Não queria que outra recebesse aquelas picas… Mas ao mesmo tempo era bom. Todas as mulheres merecem esses três. Principalmente se acham que são superiores aos homens… Esses três provam que machos são e sempre serão melhores que nós… Eu gozei várias vezes, enquanto nenhum deles gozou…
No dia seguinte, eles fingiram que nem me conheciam… Eu quero de novo… Nunca mais vou conseguir dar sem pensar neles… Os melhores machos do colégio.

Conto Envido por: Júlia (Obrigado)

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