Como me tornei corno do meu primo (Parte 2)

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Quatro anos depois eu ainda era solteiro e trabalhava em uma empresa na região da Lapa, aqui em São Paulo e as vezes almoçava em uma padaria próxima ao trabalho. Foi num desses almoços que eu reencontrei Tati. Ela estava lá, em uma mesa próxima a minha almoçando sozinha. Ela não me viu, então me levantei fui até ela e fiquei parado a lado da mesa que ela estava, quando ela olhou para cima e me viu, abriu um sorriso se levantou me abraçou e me beijou, como fazem os amigos de longa data.
Eu sentei em com ela e começamos uma conversa eufórica sobre o passado. Eu sabia que ela não estava mais com meu primo, pois eu e João ainda mantínhamos contato esporádico. Ela me disse que eles tinham se separado a um tempo atrás, que ela tinha arrumado outros namorados, mas que com nenhum deles a relação tinha evoluído, que morava sozinha com o filho de quase 5 anos e que sentia saudades da nossa amizade. Como estávamos em horário de almoço, marcamos para nos encontrar no sábado daquela semana para colocar a conversa em dia e relembrar o passado.

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Então nos encontramos no local combinado, conversamos, rimos e tomamos algumas bebidas. A medida que a bebida fazia efeito, começamos a falar de coisas que nunca falamos antes.
Foi aí que ela me confidenciou, que tinha muito tesão em mim, que adorava trepar com meu primo na minha frente e que gozava loucamente sabendo que eu estava ali do lado dela. Ela disse que sabia que eu fingia dormir e que em uma ocasião quase me chamou para participar da transa. Só não o fez com medo da reação do meu primo. Disse que nunca mais tinha sido a mesma depois daquela noite na praia, por isso todas as relações que ela teve após aquilo não tinham dado certo. Ela não parava de pensar em mim.
Disse isso olhando nos meus olhos, mas logo abriu um sorriso e discretamente alisou meu pau por cima do jeans, que estava duro feito rocha. Eu não aguentava mais de tanto tesão, paguei a conta e fomos para um motel.

Assim que entramos no quarto eu arranquei seu soutien e fui direto mamar naqueles peitos maravilhosos. Ela arfava e delirava. Eu não queria soltar, eu lambia, sugava, beijava, mordia, eu estava alucinado. Ela se abaixou, abriu minha calça e abocanhou meu pau que continuava duro como rocha e pingando de tesão. Ela sugava cada gota que saia de mim, mas eu não queria gozar, eu queria prolongar a sensação o máximo possível, então eu a levei até a cama, arranquei sua calcinha com urgência e comecei a beija-la, inicialmente com carinho, logo com sofreguidão e desejo e quando percebi estava entre suas pernas, enfiando a língua profundamente em sua buceta, querendo fode-la com a língua.
Da mesma forma que no quiosque, ela segurava e alisava minha cabeça, enquanto eu estava alí tentando bebe-la. Fiquei alí por vários minutos saboreando-a, mas ela me puxou e me implorou para fode-la, o que fiz com força. Embora meu pau seja de tamanho normal, uns 19 cm, todas as mulheres com que saí diziam que minha pegada era forte, o que as fazia gozar loucamente e não foi diferente com Tati. Ela gozava e gritava. Dizia que agora seria minha puta, que a sua buceta era minha e que só eu iria gozar nela. E eu gozei, gozei muito na buceta dela, eu parecia um adolescente, eu jorrava e jorrava jatos de porra na buceta dela e ela pedia mais e mais.
Foi uma trepada inesquecível.
Quando terminamos, saí de cima dela e caí para o lado, mas ela rapidamente se levantou com a mão na buceta e praticamente sentou na minha cara. Inicialmente eu tentei resistir, mas cedi e lambi cada gota da minha própria porra na buceta dela. Ela implorava,
– Chupe minha buceta, enfie a língua nela, beba nosso líquido. E eu bebia. Maravilhoso.

Mas como da outra vez, depois do prazer veio a vergonha e o arrependimento. Fomos tomar banho e quando voltamos para cama, o ambiente ficou meio estranho, pois como eu estava envergonhado fiquei quieto. Ela percebeu e me perguntou qual o problema. Me perguntou se eu não tinha gostado da transa. Se ela tinha feito algo errado, etc. Eu disse que tudo estava bem até o momento em que eu chupava sua buceta cheia de porra e que embora ele gostasse de fazer, eu não achava isso normal e eu disse que não queria mais fazer isso.
Ela se aproximou, me olhou profundamente nos olhos e com carinho passou a me beijar. Eu relutei no início, mas quando percebi estava novamente de pau duro e ela me masturbando. Então desceu até meu membro e passou a lambe-lo com muita maestria. Ela era uma excelente chupadora. Eu via estrelas. Ela me masturbava e mamava ao mesmo tempo, primeiro com rapidez, depois diminuindo o ritmo, prolongando meu prazer. Quando ela percebeu que eu ia gozar, tirou meu cacete da boca e o levou até seus seios, que receberam toda minha porra. Gozei como não gozava a muito tempo.

Quando eu acabei de gozar, novamente cai ao seu lado na cama, ficamos alí de mãos dadas
como dois colegiais, então Tati levou minha mão até seus seios e começou lentamente, a espalhar aquela porra por seus dois seios, enquanto fazia isso, ela me olhava com a boca semi-aberta e com a ponta da língua lambendo os lábios. Aquilo me deixou doido e sem pensar novamente lá estava eu chupando aqueles peitos cheios da minha própria porra. Foi aí que eu percebi que eu estava perdido.

Depois disso, continuamos a nos encontrar, namoramos por um tempo e decidimos morar juntos. Nossa relação ficou estável e eu gostava e tratava do filho dela como se fosse meu. Eu e ela continuamos nos nossos empregos e nossa vida sexual era maravilhosa da forma que era. Ela passou a usar roupas mais insinuantes quando saia, em casa ficava sempre com os peitos a mostra, ela sabia que eu adorava. Ela estava sempre se exibindo. As vezes saia com uma camiseta folgada sem soutien, ou com uma calça transparente com a calcinha enfiada na bunda. No começo eu morria de cíumes e tivemos diversas brigas por causa disso, mas ela sabia como me acalmar. Ela percebia que eu sempre ficava excitado com isso, então ela não dava importância para meu ciúmes, pelo contrário, sempre que voltava do trabalho ou da rua, me pedia para fode-la e chupa-la, pois andar daquele jeito a enchia de tesão.

Infelizmente, a tia que me abrigou na minha juventude e que eu gostava muito faleceu. Fiquei realmente muito triste e abalado, pois tinha sido tratado como filho por ela. Fomos no velório e encontramos meu primo João. Nos cumprimentamos com alguma reserva, mas me coloquei a disposição para o que fosse necessário. No final trocamos telefones e nos despedimos.
Foi em um sábado a tarde que ele me ligou, dizendo que estava muito triste, pois sentia muito a perda da mãe e se podia passar em casa pra gente conversar. Eu não tinha como negar, afinal eu tinha uma dívida com a mãe dele. Quando eu disse para Tati que João viria conversar, ela disfarçou e foi para a cozinha, mas quando a campainha tocou, ela foi atender usando camiseta e short, bastante a vontade.

Quando João entrou, nos sentamos na sala e conversamos muito. Lembramos dos bons momentos quando minha tia era viva, rimos e choramos. Tati embora também muito emocionada fazia questão de se abaixar para oferecer a vasilha de petiscos para João e toda vez que ela fazia isso, mostrava parte dos seus peitos. João visivelmente constrangido não sabia o que fazer.
Eu fingia que não via, mas meu pau começou a reagir, aquilo estava me deixando louco de tesão e ela sabia.
Não percebemos o passar das horas e acabou ficando tarde para meu primo ir embora, naquela época ele não tinha carro, então o convidamos para passar a noite ali. Oferecemos o quarto do filho de Tati, porque naquele final de semana ele estava com os pais de Tati que o adoravam, então estávamos eu, Tati e João em casa.
João disse que não queria dar trabalho e que se a gente não se importasse ele preferia dormir ali mesmo na sala. Então montamos o sofá, nos despedimos e fomos todos dormir.

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Como tenho o hábito de acordar todas as madrugadas para ir ao banheiro, acordei por volta das três da manhã e Tati não estava na cama. Aquilo me intrigou, mas mesmo assim fui ao banheiro e quando voltei tentei dormir novamente. Passado meia hora, eu ainda estava acordado e vi quando ela entrou no quarto sorrateiramente tentando não fazer barulho, mas eu a surpreendi  perguntando aonde ela estava. No início ela se assustou, mas logo se recompôs e disse que tinha acordado para ir tomar água e que tinha encontrado João ainda acordado e muito triste e que tinha ficado uma meia hora conversando com ele. Eu disse que não acreditava no que ela estava dizendo e que ela estava aprontando. Vendo minha reação, Tati deitou ao meu lado e lentamente começou a alisar minha coxa, logo ela estava com a mão no meu pau que já estava muito duro.  Então de repente, ela ficou em pé na cama, puxou a parte de baixo o baby-doll que estava usando para o lado e disse olhando nos meus olhos:
– Olha o que eu trouxe pra você e foi colocando a buceta na minha cara.
Sua buceta brilhava de desejo e de porra que escorria por uma das pernas. Hesitante e lentamente fui me aproximando dela e comecei a lambe-la descontroladamente até  última gota. Ela rebolava, gemia, me agradecia e dizia que me amava. Como na praia, ela se abaixou até minha boca e começamos a nos beijar demoradamente. Além do gosto de porra, ela também estava com gosto de pica, da pica do meu primo.

A partir daí, conversamos e com meu consentimento, sempre que meu primo ia lá em casa, ele a fodia e ela trazia o leite dele para mim. Ou na buceta ou nos peitos e eu me deleitava. Meu primo fingia que nada acontecia e nunca falávamos nada a respeito até o dia em que eu avisei que ele iria dormir ali aquela noite e Tati resolveu recebe-lo sem o soutien e sem camiseta com os peitos a mostra. Inicialmente eu disse não, mas ela alegou que João conhecia todo seu corpo e nada era mais novidade, então todos ficariam mais a vontade. Quando João chegou se assustou, mas não disse nada, sentou no sofá da sala e fingia que nada acontecia. Tati por sua vez desfilava pra cá e pra lá com os peitos balançando se mostrando, essa cena me causou um tesão indescritível e quase ejaculei sem tocar no meu pau. Quando Tati veio da cozinha com um copo de suco e o colocou na mesa da frente de João, ela surpreendeu a todos e sentou no colo dele, bem alí na minha frente, dizendo pra ele não se preocupar comigo, porque eu era o “seu corno” e sabia e autorizava suas fodas com ele. Ouvindo isso, João relaxou e enquanto conversava comigo, começou a apertar e a chupar os peitos de Tati que fechava os olhos o gemia baixinho.

Tati desceu do colo de João, veio até mim, me pegou pela mão e me levou pra perto de onde João estava, então se abaixou, abriu a calça de João e pegou uma rola enorme, semi-dura, que pulou para fora da cueca de João. Ela agarrou aquela rola e olhando para mim, lentamente começou um movimento para cima e para baixo que logo deixou a rola tão dura que parecia que ia estourar.
Ela colocou a rola na boca e quase engasgando com o ato, começou a babar nela. Primeiro ela chupava a rola de João, então me puxava para ela me beijava e dizia:
– Sinta o gosto dessa rola, eu sei que você gosta e me deu o pau de João para experimentar.
Eu me afastei recusando, mas como sempre, ela puxou minha cabeça e me fez abocanhar aquela tora. Foi estranho no início, mas logo me acostumei com a textura e tamanho e comecei a mamar a rola do meu primo enquanto ele delirava.
Então Tati se deitou no sofá arreganhou as pernas e me pediu para chupa-la e deixa-la bem lubrificada para receber a enorme rola de João em sua buceta. Prontamente obedeci, sugando-a. Quando comecei a chupa-la gozei na hora, meu pau estava explodindo. Parecia que eu estava tendo uma convulsão. Tati me empurrou de lado e João subiu nela, então eu fiquei observando aquela rola enorme entrar e sair de Tati que urrava de prazer.
Tati me puxou para ela e começamos a nos beijar e enquanto fodia com João me chamava de “meu corno” e dizia que iria me amar pra sempre.

Em determinado momento da foda, Tati sentou na rola de João de forma que eu a via entrar e sair dela e quando ela escapou da buceta de Tati, ela me olhou e me pediu para colocar de volta dentro dela. Eu me abaixei em frente deles, então peguei a rola de meu primo e antes de coloca-la de volta dentro de Tati dei uma lambida na cabeça. Ela subia e descia naquela rola de frente pra mim e eu aproveitei e comecei a chupar a buceta de Tati e a rola de João ao mesmo tempo.
Quando João anunciou que ia gozar, Tati puxou minha cabeça na direção de sua buceta e enquanto João gozava nela eu chupava e me engasgava. Ainda com a boca cheia de porra eu beijei minha esposa que passou a dividir aquela porra e momento comigo. Pode parecer nojento, mas foi delicioso.
Eles ainda transaram mais três vezes aquela noite, mas não me deixaram participar. Ele sempre quis comer o cú dela, mas ela nunca deixou porque tinha medo da dor que aquela rola iria causar nela. Mas aquele dia o tesão foi tanto que mesmo chorando, ela recebeu aquela tora no cú, enquanto eu abria sua bunda para facilitar a penetração. Acho que isso é um dos papéis do corno.

E foi assim que me tornei corno do meu primo.
Quando eu permiti que ela transasse com meu primo, a única condição que impus foi que ela trepasse com ele sempre na minha presença, mas ela quebrou esse trato, quando uma vez eu cheguei em casa e peguei os dois trepando na minha cama sem mim.
Ficamos mais um tempo juntos e a relação descambou, pois ela queria colocar outras pessoas no relacionamento além do meu primo e eu não aceitei. Acabamos nos separando e eu tive que mudar de emprego e cidade e nunca mais nos vimos.
Nem sei se ela e meu primo ainda estão juntos, pois também não nos falamos mais.

Hoje sou casado a mais de 17 anos e embora essa relação atual seja mais conservadora – minha mulher me chama de putão – me masturbo no grelo dela e depois a chupo – ela vai a loucura – sinto saudades de Tati e da nossa relação depravada.
Toda vez que leio este relato me masturbo em função da excitação que as lembranças ainda me causam. Embora eu tenha chupado o pau do meu primo e adore chupar porra, não sou gay, eu apenas gosto de sexo que esteja além de papai e mamãe e que me faça gozar muito.
Acho que nasci corno e vou morrer corno, porque não existe sensação melhor do que ter uma esposa puta. Ainda tenho o sonho de que minha mulher participe da modalidade Bukkake para que eu possa fazer meu papel. Lamber toda porra nela.

Espero que vocês tenham gostado do relato, pois ao contrário do que possa parecer, realmente aconteceu.
Casais ou mulheres que também gostem de gozar muito, me escrevam para sexo sem violência e sem envolvimento pessoal ou financeiro.
Vamos ter momentos de prazer juntos.

E-mail: [email protected]

Conto enviado por:  Jair (Obrigado)

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