Conto Especial: Numero 100 – O MACHÃO

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Boas este conto é especial porque trata-se do conto numero 100 do nosso site, 100 contos adicionado diariamente durante estes 100 dias. Obrigado a escritora de contos eróticos Megan Nassi suas informações estao no fim do conto. E obrigado a vcs pela vossa preferência. E nao se esqueçam partilhem o conto nas redes sociais só clicando nos icons no fim do conto. Obrigado

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Sou uma garota muito ativa, cheia de amigos, extremamente inquieta. Não me considero uma feminista, mas abomino o machismo, acho que todos têm seu espaço e livre arbítrio é fundamental, só sinto talvez perder um boy para o charme e a sensualidade de uma mulher, que quando quer transar nada a detém “ água de morro abaixo, fogo de morro acima, mulher quando quer dar ninguém segura”. Meu trabalho é formar bons profissionais, servidores, vendedores, consultores ou qualquer pessoa a se relacionar melhor com o público, serem educados, prestativos e eficientes, sendo o obstáculo maior os machões, que insistem em tratar mal ou serem indiferentes com pessoas que julgam “diferentes”, principalmente os homossexuais.

Primeiro dia de treinamento de uma nova turma, é lógico que tinha um “machão” que geralmente identifico rapidamente pelos comentários ofensivos e mantendo distância daqueles que fugiam dos padrões que traçou para si. Ele era lindo, mas me irritava profundamente, seu perfume me invadia e sua barba me desconcentrava, imaginando roçando em meu pescoço, (me irritava mais ainda). A cada dia sentava mais na frente, cada vez mais próximo, seus comentários sempre causavam conflitos e logo discussão, uma semana de aula e já tinha saído faíscas múltiplas, seu olhar perturbador em minha direção estava me deixando em conflito, ele era um troglodita, um delicioso troglodita, eu não poderia estar paquerando aquele que mais me irritava “um machão”, passava o dia todo lembrando dele e da raiva que me fazia passar, e o arrepio na espinha toda vez que se aproximava.

Fim de aula cheia de atritos como sempre, eu ficava por último, quando levantei a cabeça ele estava no meio da sala me observando, assustei quando falou – Posso me aproximar, não vai me bater? – Porque bateria em você? – Não sei me diga você, que não perde uma boa briga comigo, está sempre me chamando atenção. – È meu trabalho, sou paga para isso, esqueceu? Ele já estava tão próximo a ponto de sentir seu calor, seu cheiro, cheguei a tremer e a ppk piscar.

– Acho que está muito brava comigo, mas esse teu olhar não me engana, no fundo queria mesmo que te fodesse com força, experimentar isso tudo, deixa te mostrar o sei fazer, e não se arrependerá. Eu queria mesmo era debater com ele, mas meu tesão só aumentava, ele deu a volta na minha cadeira, cheirou meu pescoço, ergueu meus cabelos e se enroscou ali, eu já atordoada, respiração ofegante, me levantei virando para ele que me abraçou tão forte me erguendo e colocando sentada em cima da mesa me beijando ardentemente, descendo aquela boca quente e sua barba em meu colo, já chupando meus peitos, passando as mãos por todo meu corpo, me deixando em total entrega. Escutamos passos, as portas estavam sendo trancadas pelo zelador que vinha de sala em sala, saímos correndo para o estacionamento onde estava só nossos carros, entrei no meu e fiz sinal para ele me seguir, entrei na rodovia por poucos quilômetros, prestando atenção se ele vinha, entrei num motel.

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Entramos na suíte, nem reparei o que tinha lá dentro, ele veio na mesma intensidade de antes, dava para sentir o volume em sua calça, que quando tirou já estava melado, ele era extremamente gostoso pensei “ eita machão da porra”, ele mordeu, lambeu, chupou, eu nunca tinha sido tão bem trabalhada nas preliminares daquele jeito, sua boca carnuda nos meus peitos enquanto seus dedos exploravam minha xana melada, depois sua boca passeou por todo meu corpo, até chegar “nela” que parecia chorar de emoção, primeiro umas mordidinhas nos lábios, depois a língua no clitolis bem devagar, um pouco rápido depois sugando e para completar enfiou um dedo depois outro e ficou maravilhado em sentir minha xota faminta apertando seus dedos. Ele estava quase gozando, era um tesão incrível, me virou com urgência de quatro e meteu com vontade e força e gozou, a ppk enlouquecida não parava de piscar, ele totalmente relaxado se deitou ao meu lado suspirando, e eu quase tendo câimbras de tanto tesão. Aquele corpo quente jogado ali totalmente inerte, sendo apenas uma cara de contentamento sorrindo, senti uma vontade enorme de bater nele, mas me contive, e fui pra cima dele, era hora de retribuir os carinhos.

Beijei aquele corpo todo, mas ele não parecia muito interessado em retomar a foda, mas não desisti e não queria esperar, passei a língua por toda sua virilha, chupei seu saco e fui subindo devagar até na cabeça do seu pau onde chupei com vontade e arranquei uns palavrões dele, que já enlouquecido me segurava pelos cabelos e me pedia pra ver minha cara de safada enquanto chupava, me encaixei em suas pernas abertas e um instante contemplei aquela bunda linda que sustentava aquele conjunto todo, ali todo pra mim, não resisti, mordi sua bunnda e vim subindo com mordidinhas e lambidas, acariciando o pau que estava cada vez mais duro e pulsando, não sei de onde veio uma súbita vontade de lamber o cuzinho dele, insanidade? talvez…….

Mas fiz mesmo assim sem aviso, só fiz, ele deu um grito acho que de espanto, não me abalou, continuei passeando a língua e umas mordidinhas no rego, sem parar de acariciar seu pau, agora ele urrava, demorou um pouco pra entender que era de prazer, começou a me chamar de puta safada, fiquei com o dedo na porta do cuzinho fazendo pressão apenas e o encarei, era uma delicia ver aquela expressão de prazer aquela cara feliz com uma linguada no cú, ainda mais de um machão feito ele.

Ainda com dedo escorregando pelo rego e passando pela porta, dei outra bela de uma chupada, fiz o homem gritar, e se levantar rapidamente me segurando pelos ombros com força me jogando na cama, abrindo minhas pernas e metendo com vontade, me devorando, me fazendo gozar maravilhosamente, assim que gozei fiquei com as pernas bambas, mas ele não perdeu tempo me virou de quatro me deu um tapa na bunda, passou um creminho no meu cu e gentilmente penetrou, devagar com movimentos suaves, quando notou que estava relaxada gostando da situação, colocou mais força, ele parecia um louco incontrolável, metia na xana um pouco, voltava no cuzinho, eu estava adorando aquela loucura toda, até que ele se acalmou um pouco, me virou me contemplou por um instante como se fosse dizer algo, mas preferiu chupar meus peitos enquanto metia devagar, saboreando e assim lentamente gozamos juntos.

Caímos largados um do lado do outro, quando ele conseguiu dizer alguma coisa foi pra me perguntar se podia confiar em mim, que guardasse segredo sobre língua, sabe onde, então perguntei que língua? Onde? De quem? Ele sò me aconchegou em seus braços suado, misturando nossos suor, e logo senti seu pau duro em minha perna.

Conto enviado pela escritora Megan Nassi podem curtir sua fanpage aqui e podem comprar seu eBook de contos eróticos aqui:

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