Eu e a mamãe na rola cabeçuda do vizinho. (Parte 2)

Continuação do meu conto anterior “Eu e Mamãe na Rola Cabeçuda do Vizinho”. Sábado foi um dia muito especial: pela manhã, após tomar banho, quando eu ia para o quarto com tudo à mostra para dançar para o vizinho amante que velava minha nudez pelo telescópio, desabou uma chuvarada das que eu amo: muito grossa e pesada que doía na pele. Pulei a janela para o quintal e fiz sinal para o vizinho: vem! Quero a pressão do teu pau. Caralho me foda! O aguaceiro grosso doendo no meu corpo e a rola cabeçuda comendo o meu cu com tesão danado me faziam gritar de dor e gozo arrebatador.

A chuva caía com tudo e o pau metia com tudo. Mamãe veio acudir aos meus gritos. Ela ficou viúva há um ano de um amor transcendental, ainda muito presente, e não se animava a catar homens. Eu amava papai e amo mamãe, mas eu bem sabia dos horrores que ela sofria por falta de homem em honra a papai. Chamei-a rindo:

– Vem cá mãezinha. Vem entregar a putinha que eu sei que tens dentro de ti e fartar tua bocetinha de pau cabeçudo. Tu vais adorar!

O vizinho estava me arrasando numa foda sensacional, fazendo-me estrebuchar na pica. Apanhada numa foda de boceta e clitóris, depois de muito me envolver em seus amassos e me chupar, o gostosudo alternava as estocadas: uma no cu, outra na boceta com cabacinho novo. De cu arrombado, era pimba em cima, pimba em baixo, fazendo-me trepidar de gozo bruto. Mamãe assistia de boca aberta e impressionada com as estocadas brutas que ele me dava e com meu gozo e meus gritos que a fizeram vivenciar os gemidos na pica do papai, entendeu que tinha um macho raro como papai, e foi completamente vencida pela cachorra no cio e veio correndo, arrancando as roupas pelo caminho e entregou-se peladinha, com um largo sorriso, pernas abertas, e o tesão escorrendo pela boceta.

Ela casou novinha, e com trinta e oito anos, era uma menina encantadora, frequentemente cantada e até assediada, mas recatada em homenagem à transcendência do amor. E para tirá-la do sério teria de ser um super macho como papai. Entretanto ela se maravilhou com o meu homem. Embaixo do super macho, molhadinha, apertada, mamada nos peitos, lambida na vulva, dedada no cu, e deslumbrada pela cabeçuda e pelos meus gritos de gozo, ela não resistia aos desejos de ser trepada e gemeu maluca de tesão:

– Ai, meu macho gostoso, mete em mim e toma-me para tua putinha.

O vizinho a ganhou, mas ela também ganhara o vizinho. Aqueles amassos não deixavam dúvida e, quando sentiu a rola comendo-a com socadas fundas, ela esqueceu tudo e só tinha vida para foder, aputalhando-se de vez:

– Aaaaaiiiii, piçudo, mata-me de gozo. Aaaaaiiiii, mete, mete mais, mete bruto e me soca. Aaaaaiiiii, soca, amor! Faz-me gritar de gozo extremo como fizeste com minha filha que eu te dou o cuzinho para arrombares e faço brincadeiras no teu pau. Soca-me, gostosão, soca-me com essa rola selvagem com a tua potência de macho e me come todinha para os teus prazeres.

Ela entregou-se completamente e lhe fez as contrações na porra, numa super transa de vagina e clitóris, com tanta força quanto deslumbrava papai. Ela não tinha perdido o jeito e a força exercitando a menina regularmente, e fez o macho gemer fundo com os tratos da bocetinha na rola que a comia bruta. Socada na boceta, no ponto G e no clitóris em duas transas sensacionais e louca de tanto gozar, deu-lhe o cuzinho alegremente para ele arrombar e foder bruto como quis, num fodão de arrasar.

Que carinha mais safada! Quando acabou, ria com todos os dentes e gemia os prazeres das entranhas, ainda estrebuchando do gozo que a sacudira toda. Com certeza, será minha parceira para dividir as super fodas arrebatadoras, sorridente e de pernas abertas para o macho.

Eu e mamãe ganhamos uma rola cabeçuda para arrasar-nos de gozo e começarmos a noite contentes, e o porrudo arrombador ganhou duas lindas fêmeas experientes e cabaçudas para arrombar quando quiser. Lindo, forte e de pau cabeçudo, ficamos suas cativas. Impossível resistir-lhe e ele se afeiçoou a nós e aos nossos cabacinhos novos.

Mamãe é uma jovenzinha linda, fogosa e experiente do pau do marido, e agora que resolveu dar de novo, ninguém a segura. Ela sai do banho, louca para trepidar na vara e, ao sentir cheiro de homem, vem correndo para lhe abrir as pernas e o sorriso terno.

De pica dura, é só ordenar que nós obedecemos alegremente de pernas abertas. Com uma fêmea sempre pronta para os embates do amor, o macho de pau duro manda, não pede. Se o pau estiver duro e for bom de pegada arrebatadora, é só mandar que a fêmea obedece como um cachorrinho: lambe, morde, chupa e dá… na maior alegria. O nosso macho percebeu nossa fascinação pela rola dura e cabeçuda e, conhecedor dos desejos de fêmeas, brincou de mandão. Mas como eu, mamãe não se importava se o macho era mandão ou pidão. Se o pau está duro e tu fores capaz de fazer super transas arrebatadoras, mete fundo e bruto que eu sou tua!

No sábado à noite, os meus gritos atraíram de novo a mamãe que, sorridente e nua do banho, gemeu:

– Também quero!

E, puta de desejos, pôs-se a chupar os bagos do vizinho, que me fodia com força, ansiosa para ser trepada. Mal o viu livre, abriu-lhe as pernas com o maior sorriso:

– Vem, cabeçudo, foder a tua putinha.

Estava tão possuída do tesão que dispensou os amassos:

– Ai, gostosão, entra e mete! Mete bruto na tua putinha tarada! Tu não precisas de preliminares.

Sorriu-lhe ansiosa pelo gozo:

– E deixa-me beber os teus prazeres que eu quero que sejam grandes.

No domingo cedo, ele esperou eu sair da cama e banhar-me para dançar ao telescópio… Eu fiz o chapéu tailandês (um pé na cabeça) para expor minhas belezuras e ele apreciar a minha arte. Ele pulou as janelas e pulou em cima de mim que o esperava sorrindo, encostada à parede, com um pé na cabeça. Pelado, ele beijou-me com a fúria dos desejos, lambeu-me toda, e chupou meus peitos. Deu uma lambidona na vulva, endureceu o clitóris com lambidas e chupadas, entrou em mim e eu perdi o chão, a dignidade e a compostura, gemendo loucuras. Ele metia bruto e eu subia como lagartixa na rola selvagem. Jogou-me na cama e ordenou:

– De chapéu!

Eu me abri toda em chapéu duplo e ele me socou fundo arrepiando de gozo a minha bocetinha e revezou com o cu: uma na menina com cabaço novo e outra no cu. Quando mamãe ouviu meus gritos, veio correndo, nua do banho, fazer-lhe o chapéu tailandês. Ela também foi bailarina e mantém a forma esbelta e forçuda, mas também se entregou submetida ao macho dominante, como se entregava ao papai, e deu-lhe tudo o que ele quis. E a menininha contente aqui teve a mais alegre das mãezinhas…

Teremos um super macho para foder todos os dias.

Ele é mesmo muito safado. Deu-me as fotos e vídeos de minhas exibições para o telescópio, inclusive de grandes fodas mais recentes que ele pediu ao irmão para gravar.

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