Ela só queria gozar

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Ela fechou a porta devagar. Encostou e girou uma volta na chave. Como alguém que está pronta para aprontar algo. Ela queria. Havia passado o dia inteiro com o cheiro dele na cabeça. Sentia o calor da pele áspera tocando suavemente a sua. Cada sensação, sentia por entre suas pernas molhar-se de tesão.

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Deu dois passos na ponta dos pés. Ela estava testando o quando barulho poderia fazer. Ele deitado, sem escutar nada, não se mexeu. Ela sentiu-se confiante o suficiente para tirar toda a roupa e imaginar o que iria fazer com ele, já dormindo na cama.  Ao fundo, via-se uma luz que entrava pela janela, vindo da rua. Ela iluminava uma ligeira parte do canto do quarto.

Onde via-se um abajur e uma gaveta semi-aberta. Luz amarelada, incandescente. O som era suave, mas podia-se ouvir um blues do bar ao lado. Era sexta feira e sempre deixavam a porta aberta. O som percorria as ruelas até chegar ao ouvido. O som lento do blues, a batida melancólica, deixava ela com muito mais tesão.

Por vezes, imaginou-se cavalgando lentamente sobre ele enquanto um som estridente de uma gaita harmônica puxava um sólo no blues. Como eu iria acorda-lo? Chupando? Esfregando suas coxas por entre as pernas dele? Ela sabia que ele dormia de samba canção. Iria ser fácil agarra-lo e engoli-lo. Ela estava molhada. Ela conseguia sentir os puxões na nuca, e a mão firme nas costas, enquanto lentamente ela esfregava sua buceta na cabeça do pau.

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Ela estava com receio de gozar rapidamente. Ela queria mais. E se eu acabar antes? Vou acordar-lo e não terminar o que comecei? Dane-se, pensou. Ela queria era o prazer dela. Devagar entrou debaixo dos lençóis. Ele mexeu-se rapidamente. Sentiu o calor da cama e sem pensar muito, tocou com sua mão o membro já duro. Como assim? Ele dormia! Não pensou muito e aproveitou a situação.

Agarrou fortemente entre suas mãos, e devagar sentou. Ela sentiu entrando lentamente, e sem pensar muito deixou seu peso cair! Sentiu que ele acordou e agarrou por entre as suas costas! Subiu uma, subiu duas. Cavalgou por três vezes! Curvou seu corpo. Prendeu-o por entre suas pernas e deixou acontecer. Gozou. Não sabia dizer, mas parecia muito tempo que não gozava! Não conseguiu se mexer mais. Saiu. Virou de lado. Deu um boa noite! Dormiu como há tempos não dormia!

Conto enviado por: Márcio (Obrigado)

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