Eu e a mamãe na rola cabeçuda do vizinho

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História real que não queremos que acabe e que repetimos ao menos nos fins de semana.  É o nosso affair amoroso com o vizinho, o feliz dono de uma rola cabeçuda que me põe em êxtase. Ele me pegou de jeito e eu gostei tanto que lhe entreguei tudo, até a mamãe, para ele comer-nos sempre que queira. Descobri que o safado observava minha nudez pelo telescópio. Queria ver-me de pertinho.

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Nesse calor, minha janela fica sempre aberta. Dá para o quintal e a janela e quintal do vizinho, protegida de indesejáveis. Exibida, não me preocupava que alguém me visse nua. Eu gostava de me ver nua ao espelho. E que macho não gostaria? Há cerca de um mês, porém, quando saí do banho enrolada na toalha e a joguei na cama, dei com o filho do vizinho me observando ao telescópio, como se observasse uma estrela. Ele é um gostosão de cerca de vinte e três anos, 1,80m de altura, cabelos castanhos, peito largo, e a rola cabeçuda que eu encontrei naquele corpo erótico, puta merda! É pura volúpia.

O safado instalou o telescópio possante para observar minha nudez como quem observa um astro, como se eu fosse a mais gostosa das meninas, e batendo punheta… Surpresa, eu ia tapar  a boceta e as tetas com as mãos, mas, porra, ele comprou e instalou um telescópio só para me admirar e bater punhetas em minha homenagem. Tanta admiração! Merecia ver tudo, e eu sou uma exibicionista louca por pau, sem melindres com minha nudez. Também fiquei louquinha para ver aquela rola punheteada. Admirando-me tanto! E se for um super macho?

Ele é de fato um tesão e, quando eu o via ficava com a cachorra, louca por pau. A vontade de comê-lo me avassalava. E tanto trabalho e despesa só para dar uma espiadinha nas minhas tetas… Eram belas, mas eram para botar as mãos e a boca, com força, desarvorado de desejos… Porra! Então ele também me quer! Desejei aquele bezerrão mamando nas minhas tetas que o deixam louco de tesão e o fazem bater punhetas em minha homenagem. Um tal admirador, se for bom comedor, merece!

Ele batia punheta com força, olhando meus peitos aumentados no telescópio. Eu lhe atiço os desejos, mas desejo comê-lo, e como eu o desejo! Emparelhei as mãos numa grande medida e sorri para ele. Surpreendido, ele assustou-se. Eu ri e balançando as mãos, mostrando-lhe a medida grande, perguntei rindo:

– Como é a vara?

Refeito do susto, e contente por eu entrar na sua, ele riu simpático e mostrou-me a rola bem ereta da punheta. Era de bom tamanho. Fortão e com essa vara, eu posso transformá-lo no macho dos meus sonhos, ensinando-lhe as super transas arrebatadoras.

Prelibando fodas arrasadoras, lambi os beiços, desejando ter o cabeção nos lábios, fiz-lhe o chapéu tailandês (um pé na cabeça), virei-lhe a bundinha e rebolei-a na minha dança da bundinha e subi na cama para ele admirar minhas pernas, exibindo-lhe tudo aumentado no telescópio. Fascinado com o que via e aderindo à minha voluptuosidade, segurou a base da pica com a mão e sacudiu-a com os bagos para mim.

Perguntou:

– É bastante para te satisfazer?

– É de bom tamanho. Parece ser cabeçuda. Ela é bruta para foder?

– Como tu desejares… É cabeçuda e pode ser selvagem ao teu gosto. Mas se eu te pego pelada, com os desejos que eu tenho de te comer, tu não escapas do meu tratamento de choque. Vais ter muito que rebolar nesta pica!

– Tratamento de choque? Tu lês “O Amor

Sem Mistérios” ou “Os Prazeres Arrebatadores da Mulher”? És capaz de grandes pegadas com as super transas arrebatadoras que constam desses livros que se encontram na internet?

– Todas elas… Posso tirar-te o chão e a compostura. Fazer-te gritar com gozo extremo. E essa bundinha que tu rebolaste… Caralho! Se eu a pego no pau!

Eu estava fascinada: é o macho perfeito para cuidar da minha libido. É só abrir as pernas e deixá-lo entrar… Minha bocetinha, que já estava a dar horas, ficou me mordendo desesperada por pau e o cuzinho ficou piscando. Um especialista em mulheres com telescópio e tudo! Subi na cama e abri bem as pernas para ele entrar de telescópio dentro de mim. Aconteça o que acontecer eu tenho de trocar essa rola pela minha bocetinha. Eu tenho de dar para esse macho! Balancei-lhe os peitos firmes e intumescidos de desejo para ele admirar no telescópio e fiz sinal com o dedo para ele pular as janelas:

Ele estava logo ali, ambos loucos para nos comermos…

– Vem cá, gostosão!

Ele pulou as janelas e pulou em mim…

Porra! Que fome de fêmea! Tirou a bermuda ao pular a janela e envolveu-me em braços fortes e pica dura. Apertou-me a nuca, segurando-me pelos cabelos e deu-me um beijo furioso de desejos, apertando-me os peitos. Esfregou-me coxas e xana, apertou-me a bunda, dando-lhe uma tapona e jogou-me na cama. Era o dono da fêmea com dominação arrebatadora. Eu o queria em mim com um tesão brutal. Veio em cima e, num átimo estava me socando a xana numa super foda de vagina e clitóris tal como no livro, e o ponto G explodia em tesão dos brabos. Era mesmo especialista em mulheres e eu estava muito feliz de tê-lo chamado.  Ele sabia meter numa fêmea com selvageria e entendeu que eu amava picas brutas. Fodeu-me tórrido. Fornicava bruto o ponto G, varava gostoso o túnel do amor e me socava bruto o fundo da menina que explodia em gozo arrebatador. Ri:

– Tu és dos bons. Essa foda de boceta e clitóris numa rola cabeçuda é de arrasar com a fêmea. Faz-me o tratamento de choque que eu te dou um presente.
Era bem jovem, mas especialista em comer fêmeas com super transas arrebatadoras. É um macho raro. E ama, o que é mais raro ainda. Ao entrar em mim, eu vi que era de fato um super macho. Eu o amei tanto que lhe dei até a mamãe de lambuja. Ganhamos um arrombador fascinante que alegra nossas noites arrebatadas de gozo, e os fins de semana são pura esbórnia. Não revelei nomes para preservar identidades e criar nomes fictícios não tem sentido. Também não quero propagandear meu vizinho maravilhoso. kkk.  Gulosa, eu o quero só para mim e mamãe.

Ele botou pressão e eu abri bem as pernas. Ele meteu abrutalhado, com selvageria, friccionando-me o corpo todo num explodir de êxtase que me arrebatava o corpo todo. Queria o presente, e eu… eu queria a porra bruta! Ela entrou selvagem, arrombando-me a xana:

– Aaaaaiiiii! Porra! Tu arrasas com esse pau. Soca… soca bruto. Essas socadas no ponto G e na bocetinha me levam ao gozo extremo, difícil de suportar.

Que porradas! Eu dei um nó na bocetinha e ele varou-a gemendo de prazeres e me socou de pau bruto. Avançou em estocadas selvagens, sempre rompendo o meu cabacinho novo. Minha menina e o ponto G explodiam em orgasmos arrebatadores.

– Porra, vizinho, tu és deveras selvagem e sabes como brutalizar uma bocetinha. Que bom que me pegaste no telescópio!

Queres mais algemadas na pica? Mete mais… sem dó nem piedade da minha menina. Faz-me terapia de choque que eu cuido da tua rola com meu cabacinho novo.

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Lendo “O Amor Sem Mistérios”, encontrado na amazon.com.br, eu aprendera a contrair a vagina e me revirginava sempre que queria, e aprendi tudo sobre sexo, amor, paixão, paixão arrebatadora e a fazer tudo isso, atingindo sempre o gozo extremo e levando o macho aos extremos do gozo. Eu dou e recebo do meu macho o gozo arrebatador, desconhecido do grande público que desconhece os livros citados acima.

Ele estava fascinado com as artes da minha menina e meteu muito, encontrando sempre a bocetinha num cabaço de nó cego que ele rompia como se eu fosse virgem. Ele gemeu:

– Porra, vizinha, tu és virgem sempre que queres?

– Fode quanto quiseres que vais encontrar sempre meu cabacinho novo.

Eu adoro treiná-lo no pau. Vai lá, que eu te dou a minha menina bruta. Dá-lhe o pau tórrido que ela participa ativamente de toda a transa. Dá-me o amor da rola que eu te dou o amor da menina.

Ele estava fascinado por mim. Meteu com toda a selvageria como eu amava. Socou meu ponto G, rasgou meu cabacinho novo e socou a menina com pau violento.

– Uuuuuiiiii, puto do caralho, queres matar-me de gozo?

– Quero gozar no teu cabacinho novo! O que ele faz no meu pau é bom pra cacete e eu quero toda a brutalidade dessa menina! Tu extrapolaste o livro “O Amor Sem Mistérios”. Essa menina é de foder! Como ela é cabaçuda!

– Apenas a exercito regularmente e quando a tenho no pau… É uma delícia pegar o pau num nó cego. Aaaaaiiiiiii, caralho! Rasga meu cabacinho novo, puto tarado. Descabaça a tua putinha.
Ele me arrasava numa transa de boceta e clitóris, das que ele aprendera no livro, fazendo-me gozar aos borbotões e estrebuchava em prazeres com os enleios da minha bocetinha no seu pau. Eu estava em êxtase numa enfiada de orgasmos alucinantes e, quando ele deu uma paradinha, para deter a ejaculação, eu lhe ofereci:

– Tu és um super macho e mereces tudo! Mete no meu cuzinho numa super transa de cu e clitóris, como tu aprendeste no livro, é só mudar de buraquinho. Isso! Arrasa-me também o cuzinho.

Ele forçou o cabeção no meu cuzinho e perguntou:

– Tu fazes força para cagar?

– Claro! – Ri – eu também sou especializada naqueles livros! Tu és cabeçudo, mas deves entrar fácil. Estás melado e eu botei KY no meu cuzinho antes de te chamar. Vai lá, fornicador do meu rabo! Arromba-me e goza, e dá-me o gozo que eu quero dessa rola.

Foi como se pedisse:

– Mete com toda a força!

Afeiçoado às picas e bem lubrificado, meu cu relaxou com os meus desejos. Ele meteu o cabeção e foi enterrando. Doeu, mas eu relaxei e num átimo eu estava com tudo dentro, toda arrombada.

Relaxado e arrombado, o cu se afeiçoou à pica, e que de prazeres no cu e no clitóris… O cabeção recuava até o cu e vupt! Nem bem socava meus prazeres, e estava de volta ao cu para nova enterrada épica. Aquela rola enterrando bruta me enchia de volúpia e gozo. Tinha sabor de quero mais e eu não queria que ele parasse. Os prazeres abundaram no cu e no clitóris em orgasmos arrebatadores e ele ordenou todo embevecido de gozo em outra paradinha:

– Teu cuzinho é uma delícia, mas eu também quero a tua bundinha…

Gozando às baldas no clitóris e no cuzinho, eu me virei de bunda para o ar:

– Eu sei que tu a queres! Nunca ninguém lhe resistiu. Olha ela aí. Mas se quiseres mais brincadeirinhas da bocetinha vai de super transa de boceta e ponto G que eu quero judiar dessa rola maravilhosa. Tu terás bunda para encoxar e cabacinho novo para quebrar…

Ele massageou-a, lambeu-a e apertou-a deslumbrado. Fodeu meu cu de língua dura e premiou-me com uma encoxada bruta no ponto G e a socada funda, rasgando o meu cabacinho novo. Ele queria bunda e cabacinho. As estocadas selvagens se repetiram à exaustão e acabamos exauridos em gozo extremo. Ele estava extasiado e elogiou:

– Que boceta mais safada! Parece querer triturar a minha rola!

Ri:

– Eu tenho ganas de fazê-lo, mas é impossível. A menina não fere nunca o menino e o menino só fere a menina se for maior do que ela. Tenta machucar minha menina.

Ele meteu com toda a força do macho, numa porrada violenta. Que delícia! Eu aspirei o ar com volúpia:

– Sssssssssssssssssssssssssssssss! Foi o maior prazer que tu já me deste. Nossos meninos que cabem um no outro só conseguirão nos dar prazer. Se quiseres me machucar, não será nunca com a rola. Tu não, mas os homens trocam tudo! Põe toda a violência no coração e a ternura na porra! Ela é que tem de ser violenta! Tu me dominas completamente com a ternura do teu coração e a violência da porra.

Ele riu:

– Acho que tu tens razão. Os homens arruínam a própria vida, trocando as bolas!

Ele meteu sem parar. Dava as paradinhas clássicas e pau na menina! Só me liberou a menina quando eu estava arrebatada de gozo extremo.

Bem, meus amores, eu sou louca por uma rola que saiba o que fazer com minhas sensibilidades e aquela sabia. Como sabia!  Frequentemente deixava a toalha no banheiro para chegar nua ao quarto e dançar ao telescópio até o pau ficar duro e ele vir me comer ou aparecia enrolada na toalha e a deixava deslizar voluptuosamente pelo corpo, desnudando-me com erotismo. Às vezes eu variava pondo peças afrodisíacas para excitar o caralhudo. Ria para ele:

– Hoje eu quero dar vestida, mas de buracos e tetas ao léu. Fode bruto! Espreme a tua putinha como para tirar leite e gozo… Tu sempre me deixas arrombada e arriada de gozo extremo. Pega-me, aperta-me, mete e fode. Fode-me com a selvageria dessa rola bruta que minha menina quer brincar com ela. Estás disposto a quebrar cabaços?

Eu me deliciava exercitando o cabacinho novo na pica. A menina se exercitava deliciosamente, fazendo cabacinho, e ele gozava os prazeres inauditos quebrando cabacinhos.

No próximo conto, eu entrego mamãe à rola cabeçuda.

FIM

Conto enviado por:  Meldivia (Obrigado)

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