Manhã às Cegas em que dei minha rosca

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Foi por volta de quarta-feira que eu recebi a mensagem: “Quero nós dois transando de venda”. Aquela coisa simples perdida no meio da semana atribulada, acabou fazendo a ansiedade, a vontade e a tensão entre nós aumentar mais e mais, até que finalmente chegasse o sábado e pudéssemos ficar sozinhos.

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No nosso pouco tempo juntos, fizemos muita coisa na cama. É uma brincadeira nossa, sempre procurar fazer algo novo. Já tínhamos usado venda, mas nunca tinha sido uma experiência tão excitante como foi aquela que tivemos ontem pela manhã.

Depois de chegar a sua casa, ainda cedo, larguei minhas coisas no seu quarto como de hábito. Você tomou seu café, deitamos um pouco na cama, você tirou a roupa, ficando só de samba-canção. Fui no banheiro, e quando voltei pra me deitar, te encontrei esticado sob os lençóis com o rosto coberto por um travesseiro. Na noite anterior, enquanto conversávamos por mensagens, você tinha dito que gostava quando eu começava as coisas. Com você ali, parecendo desarmado, eu tinha encontrado a oportunidade perfeita pra começar a comandar o jogo.

Engatinhei na cama, subindo em cima de você, empurrei o travesseiro e te beijei devagar, esfregando nossos corpos. O calor, parecia me consumir, e eu quis tirar minha camisa, mas você não quis deixar. Me mandou ficar de pé, e de forma selvagem, me beijou, tirou a fronha de dois dos seus travesseiros e me entregou. Amarrei uma em você e outra em mim, e então a partir daí era como se estivéssemos cegos.

Tudo precisava ser feito com o tato, era como se estivéssemos redescobrindo um ao outro, os nossos corpos, gosto, o toque, o espaço do quarto, o beijo, e o sexo. Você me tocava com vontade, e foi tirando minha roupa, até eu ficar só de calcinha e sutiã.

No escuro do quarto e dos olhos, caminhamos até a cama. Eu me deito, e recebo seu corpo em cima do meu. Você me acaricia, e o beijo não acontece por causa do volume das vendas que improvisamos. Você toma minha mão na sua, e eu te acompanho pra fora da cama. Ajudo você a se despir, tirar a cueca. Sinto o volume do seu pinto, e não consigo evitar coloca-lo na boca. Mesmo sem ver nada, a vontade de sentir seu gosto e chupar, é latente em mim. Eu adoro a sensação de encher a boca com ele. Até mesmo quando o tamanho todo me engasga.

Você me olha com a palma das mãos: pra isso corre meu corpo apertando todo o caminho que conhece de olhos abertos, mas dessa vez usando apenas os dedos. Eles caminham pela minha nuca me causando arrepios, traçam uma linha pelo meus ombros e braços, e depois você toca meu rosto com sua mão, na intensão de acompanhar minha expressão de desejo.

Depois de algum tempo chupando, sinto que você está duro, do jeito que gosto. Te deito na cama, e cegamente procuro uma maneira de ficar por cima. Quando finalmente consigo, me sento sobre você me mexendo devagar, te tateando enquanto me esfrego te enlouquecendo. Você fica com a boca aberta, como fica sempre que está com tesão. Pra mim isso é como ganhar pontos extras num jogo. Eu adoro saber que te deixo excitado.

Depois de um tempo, você me faz levantar, inverte as posições e me deita na cama. Eu fico por baixo. Você arranca minha calcinha e passa a me provocar, sem enfiar seu pênis em mim. Eu começo a implorar pra você por, e sem resistir você encaixa só a cabecinha e fica saindo e entrando. Eu gemo.

– Por favor, tudo.

– Não – você se diverte.

Você continua na sua tortura. O prazer dos sentidos intensificado pela falta de visão. Você enfia uma só vez, até o fundo com que pra alivio próprio, e passa de novo a só colocar a cabeça do pênis. O prazer é tanto que eu começo a jogar meu corpo contra o seu, de forma que minha bucetinha possa engolir seu pinto inteiro. Depois de algumas vezes você começa a encaixar em mim por conta própria. Começa a ir fundo com o corpo colado ao meu, a cabeça do lado da minha no travesseiro.

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Você levanta o tronco, e põe minhas pernas para o alto. Eu começo a gemer, enlouquecidamente. Adoro quando me pega assim. Fico com os pés nos seus ombros enquanto você me come com prazer e força. Entra e sai deliciosamente, e eu só consigo gemer. Você tira a venda pra ver minha expressão de prazer.

– Me deixa ver seu rosto – imploro

– Sente – você me diz. É um pouco desonesto, mas excitante. Você abaixa minhas pernas e continua se mexendo dentro de mim num ritmo envolvente e delicioso, enquanto eu sinto sua expressão de prazer. É quando sem aguentar, eu vou contra as regras do seu jogo, e arranco minha venda. Nossos olhares se encontram. Os dois cheios de tesão e desejo. Eu sem querer que isso acabe, você parecendo gostar do meu plano.

Decido que é minha vez de ficar por cima, te provoco lambendo seu corpo até em baixo, antes de sentar no seu pau, rebolando nele de forma a trazer prazer a nós dois. Suas mãos apertam meus seios, e eu gemo, porque adoro você brincando com eles. Então seguro sua mão, numa tentativa de adiar a vontade de gozar que me preenche. Continuo me mexendo, e vendo o seu tesão aumentar. Mexo nos cabelos, de forma sexy e depois deito meu corpo sobre o seu, concentrada em mexer só a minha bunda bem rápido quicando no seu pinto. Suas mãos correm meu corpo até apalparem meu bumbum, suas mãos me empurram pra baixo e pra cima. Seu pinto entra em mim com força, e pressão.

– Quero gozar! – eu grito.

Você começa a tocar meu cuzinho, e minha cara de prazer só aumenta. Eu sou louca pra dar ele. Dar completamente.

– Você quer? – pergunto.

– Quero – você diz entre gemidos.

– Pega o gel? – peço. E você diz eu sim. Mas demoro a deixar você sair, porque a sensação de sentar em você e sentir seu pinto preenchendo minha vagina me excita, vicia e eu não quero parar.

Você finalmente se força pra fora da cama, levanta, pega o gel entre suas coisas. Eu passo ele no seu pinto e você lambuza meu cuzinho com ele. Ainda assim, você continua a foder minha bucetinha, de um jeito gostoso, até que sem me aguentar eu gozo pela primeira vez nessa manhã.

Você se delicia, e massageia meu cuzinho. Começa a enfiar seu dedo nele, sem dificuldade, rodando, pra alargar gostoso. É uma delícia pra mim sentir você mexendo lá, e eu fico com mais vontade ainda de dar ele pra você. Então você vem com seu pinto, e coloca aos poucos a cabecinha. Eu gemo de prazer e dor, e vou pedindo pra você ter paciência. Você enfia aos poucos, eu vou suspirando. Com ele quase inteiro dentro de mim, eu vou pedindo pra você ir mais fundo. Seu pinto parece aumentar de tamanho, ficar duro e mais grosso. Consigo ver seu rosto alargando meu cuzinho, e é a coisa mais gostosa que já vi na cama. É puro prazer.

E eu, com a bucetinha encharcada, assim que meu cuzinho se acostuma a sensação de você comendo ele, e para de sentir dor, peço pra que você comece a se mexer, você vai e vem, deliciosamente no meu cuzinho todo apertado, eu louca porque estou te dando ele. E dando bem dado, bem gostoso. Acabo gozando de novo, e logo em seguida você começa a dizer que vai gozar.

– Goza – gemo – goza gostoso no meu cuzinho, goza!

Você tem um orgasmo, eu sei pela sua cara, mas confirmo depois da transa.

Sinto sua porra jorrar dentro de mim, quente. Seu pinto pulsando pra deixa-la sair. Você goza e continua duro me comendo. Eu gemo. Gemo e continuo urrando de prazer até você sair de mim. Fico de quatro, pra você ver seu liquido escorrer do meu corpo. E no fim deitamos na cama, exaustos pelo momento, mas certos de que era só o começo daquele sábado quente.

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