Me apaixonei por um homem mais velho na faculdade

Meu nome é Jéssica, tenho 25 anos, solteira, morena clara, cabelos lisos castanho escuro, 1,67cm de altura e 62kg. Atualmente sou fisioterapeuta e trabalho em um grande hospital no estado de Mato Grosso, onde está a maior parte da minha família.
Aos 19 anos, assim que terminei o ensino médio, fiquei meio perdida por não saber muito o que fazer. Eu só sabia que eu queria me mudar de cidade e, de preferência, para outro estado. E foi exatamente o que aconteceu quando passei em um vestibular em uma universidade particular no interior de São Paulo. Nunca tive contato com meu pai. Eu morava só com a minha mãe e meus avós, que tinham uma boa vida e sempre me deram de tudo. No começo eles foram meio resistentes em me deixar ir para tão longe, mas logo os convenci que seria bom para mim e para o meu futuro.

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Após duas viagens para arrumar apartamento e comprar as coisas, me mudei definitivamente, em fevereiro de 2012, para um prédio que ficava bem próximo à faculdade. Era tudo muito diferente, as pessoas amigáveis, costumes diferentes, e tal. Foi tudo muito bom e adorei o clima, as novas amizades e tudo mais. Confesso que no início, eu como dona de casa fui uma negação. Eu sempre comia fora e à noite eu fazia um lanche. Depois de um mês comendo muita bobagem, resolvi comprar o gás para poder comer coisas mais saudáveis. Foi aí que conheci o Sr. Juracir, um senhor de 54 anos, moreno, casado, com filhos e muito simpático e atencioso, considerado o quebra galho do condomínio.
Ele não era o zelador, só prestava alguns serviços e depois o condomínio cobrava do morador. Na maioria das vezes que ele veio me ajudar, ele nem cobrava, pois eram serviços pequenos, tipo instalar gás, mal contato no chuveiro, arrastar alguns móveis, coisas assim.
Na verdade eu enchia o saco dele, porque eu sabia que ele era uma pessoa sempre solícita, respeitador, educado e sempre com um sorriso no rosto. Sabe aquela pessoa que parece que você conhece há bastante tempo? Esse era o Sr. Juracir. Eu sempre fui meio fechada, não fazia amizade fácil. Eu só tinha poucas amizades com as meninas da faculdade e no condomínio só comprimentava. O único que eu conversava era o Sr. Juracir, e depois com sua esposa, que acabei conhecendo também.

Nos primeiros seis meses sozinha eu comecei a dar mais valor à minha família. Eu estava sentindo bastante falta deles e falava com a minha mãe constantemente pelo telefone. Acho que foi por isso que acabei me apegando mais à família do Juracir, pois eles me acolheram muito bem e sempre me convidavam para comer alguma coisa com eles. Nas férias de julho eu voltei para a minha cidade e fiquei mais tranquila. Revi os amigos e até fiquei com um menino, mais não foi nada sério, pois eu não queria nem dar esperança para não ficar namorando à distância. Logo que chegou o dia de voltar para a faculdade, foi aquela choradeira. Mas tudo bem. Eu teria que enfrentar mais um semestre. Como saí de férias antes, minha faculdade iniciaria as aulas uns 10 dias antes do restante e, na sexta-feira à noite, chegando no condomínio, dei de cara com o Juracir e, para não perder o costume, já pedi para ele ir no sábado pela manhã em minha casa para me ajudar. Eu tinha que pregar uns quadros que eu trouxe. Ficamos conversando um pouco e ele me ajudou a subir com as coisas e me disse que a Carmen, sua esposa, estava viajando com as crianças para a casa da mãe em Santa Catarina. No sábado pela manhã, lá pelas 10:00hs, ele bateu no meu apartamento, todo arrumado e cheiroso. Até estranhei. E ele novamente estava com aquele jeito alegre e conversador. Aquilo até que me animou um pouco, pois eu estava meio pra baixo por causa da distância da minha família.

Depois de todo o trabalho que deu para pregar os quadros, ficamos na sala conversando um pouco.
– Jéssica… o que você acha de almoçar aqui pertinho?… a comida lá é muito boa! – o Juracir disse, muito animado. Como já eram umas 11:30hs, pensei que seria mesmo uma boa idéia.
– Claro, vamos sim! Mas primeiro espera eu tomar um banho, tá? – falei e ele concordou.
Liguei a TV e pedi para o Juracir ficar assistindo enquanto eu me aprontava. Assim que entrei no banheiro, confesso que me passou coisas pela cabeça em relação a ele. Acho que eu estava carente e também confusa. Mas logo desviei meus pensamentos pensando ser besteira. Mesmo assim não sei explicar porque vesti a minha melhor lingerie e um vestido que eu adorava. Não sei porque, mas instintivamente eu estava me produzindo.
Ao chegar na sala notei que o Juracir ficou sem jeito.
– Jéssica… desculpa eu falar isso… mas você está linda! – ele me elogiou, de um jeito muito respeitoso. Agradeci e notei que ele estava meio inquieto, tentando disfarçar sua ereção. Fiquei curiosa para ver o tamanho do pau dele, nem que fosse só pelo volume em sua calça.
– Está fazendo um friozinho tão gostoso… vamos ficar mais um pouco e almoçar mais tarde? – sugeri e ele concordou na mesma hora. Ficamos ali, lado a lado no sofá, conversando e vendo TV. O Juracir me fazia rir muito com as histórias. Havia momentos que eu ria tanto que quase fazia xixi na calcinha. Nossaaaaaa!! Como eu me sentia à vontade com ele.

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De repente notei que ele começou a me olhar de forma diferente. E isso fez minha buceta, de forma involuntária, melar o fundo da minha calcinha. Meu deusssss!! Fazia tanto tempo que eu não ficava excitada daquela forma. O Juracir já falava mais calmo, com a voz suave, e veio se aproximando mais de mim, e eu parecia estar permitindo, como se eu também quisesse aquilo que estava prestes a acontecer.
Não nós contivemos e, quando dei por mim, ele já estava me beijando. Naquele momento já me deu um friozinho na barriga. Comecei a suspirar mais e ele também, com nossas línguas fazendo uma dança super erótica dentro de nossas bocas. Lá embaixo minha xoxota pulsava descontroladamente. Ficamos alí no sofá nos beijando feito dois namorados, até que não me segurei e tomei a iniciativa de passar a mão no seu cacete, que estava enorme por debaixo de sua calça.
– Ohhhhhhhhhhhhh… isso, menina… pega nele, pega! – ele falou entre gemidos de tesão quando comecei a massagear seu pau. E eu gemia também, sentindo aquele volumão em minha mão, imaginando ele dentro da minha bucetinha gulosa.
– Deixa eu cuidar de você, menina linda, deixa? – O Juracir falou, me pegou no colo e me levou para o meu quarto. Carinhosamente ele me deitou em minha cama e veio por cima de mim, me beijando deliciosamente. Enquanto isso ele começou a me despir, me deixando só de lingerie, totalmente sem domínio de mim mesma. Eu estava completamente a mercê daquele homem, que de uma forma diferente, me deixou louca de tesão.
– Ohhhhhhhhh… que delícia… de boca… ahhh…!! – deixei escapar um gemido de prazer quando ele começou a chupar meios seios, de uma forma muito intensa, tentando colocá-los inteiramente na boca. Isso me deixou tão excitada que meu corpo se arrepiou todinho. Então ele foi descendo com a boca lentamente, beijando meu corpo e chegando até a minha bucetinha, que se encontrava muito inchada e molhada.

Nesse momento ele colocou a minha calcinha de lado e começou a me chupar de uma forma maravilhosa. Eu me contorcia toda, gemia de prazer, e mesmo assim ele continuava passando a língua por toda a minha região íntima, principalmente no meu clitóris, que estava literalmente implorando por mais atenção. Dava para perceber que não estávamos mais no controle de nossos sentidos, e quando eu estava prestes a explodir de tesão, me sentei na cama e comecei a abrir sua calça, me deparando com aquele cacete vigoroso que pulsava na minha mão. O pau dele era grosso e cheio de veias, com uma cabeçona que dava até medo. Quase babei ao ver aquele pedação de carne dura, todinho pra mim.
– Chupa, gatinha… chupa bem gostoso, Jéssica… deixa eu ver essa boquinha linda no meu pau…!! – o Juracir sussurrou, mordendo seu lábio inferior. Ele estava realmente com muito tesão, tesão por mim, querendo me foder todinha. Coloquei o pênis dele na minha boca e chupei com muito desejo, deixando mais duro ainda, e todo melado. Fiquei louca quando apertei e vi aquele melzinho saindo da cabeça da rola. Que delícia! Passei a língua e compartilhei com ele em um beijo gostoso. Fazia muito tempo que eu não me sentia tão ousada e livre para curtir o sexo. Então, no ápice do nosso encontro, ele me deitou na cama de novo, abriu minhas pernas e começou a pincelar o pau, brincando na porta da minha buceta.

– Mete nela… mete… soca tudo nela… até eu não aguentar mais… ahhhhhh… que delíciaaaaa… mete… ela é todinha sua hoje, tá?… pode foder ela à vontade… tá vendo como ela está toda molhadinha?… ohhhhhhh… ela quer tanto esse pau dentro dela…!! – eu gemia e falava, e ele só me castigando, pincelando aquela rola gostosa entre os lábios da minha xaninha. Quando ele viu que eu não me aguentava mais, ele começou a empurrar bem devagar. A cabeçona do pau entrou, esticando minha entradinha ao máximo.
– Aiiiiiiiiii… Juracir… que delícia… que gostoso esse seu cacete… meu deussssss… ahhhhhhh…!! – gemi como louca e puxei o corpo dele de encontro ao meu. O pauzão foi deslizando lentamente pra dentro de mim. Neste momento eu senti minha buceta sendo preenchida de uma forma tão completa que eu sentia que, enquanto o cacete dele me comia, eu soltava um mel quente de tanto tesão.
– Ahhhhhhhhhh… como essa sua buceta é quentinha, Jéssica!! – ele falou, gemendo de prazer, ao perceber minha lubrificação super quente. – Sempre me imaginei metendo em você, gatinha… você não faz idéia do quanto eu queria te foder assim! – ele concluiu e continuou metendo sem dó. Seu cacete entrava e saía de dentro de mim, me levando à loucura. Até que não aguentei mais segurar e gozei no pau dele, me contorcendo todinha. Mal terminei de gozar e já fui ficando de quatro, com a minha bunda bem empinada. O Juracir veio e me segurou firme pela cintura. Quando ele começou a me comer assim, eu fiquei louca. Tive que me conter para não gritar de tanto tesão. Aquilo era muito magico. Eu já havia gozado duas vezes quando senti o pulsar do seu cacete dentro da minha bucetinha. Que delícia de pau dentro de mim, me enchendo todinha, massageando bem gostoso as paredes da minha jovem xoxotinha.

Percebendo que estava prestes a gozar, o Juracir diminuiu as estocadas, tirou o cacete rapidamente de dentro de mim e gozou em cima da minha bunda, lambuzando as minhas nádegas e minhas costas com seu leite quente e viscoso. Que loucura! Parecia que ele ia ficar gozando uma eternidade em cima de mim. Esse nosso primeiro encontro foi muito bom, e passamos dias maravilhosos namorando e trepando como um casal apaixonado, enquanto sua esposa não chegava. Eu adorava aquele seu jeito discreto, educado, respeitador e amante na cama. Leitores, às vezes, lembrando disso, parece que a gente faz cada coisa e nem pensa na hora, ou seja, agimos por puro instinto.

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Um comentário

  1. Que delicia de conto tenho exatamente 54 anos e me imaginei no lugar do seu Juracir metende numa gatinha deliciosa como vc deve ser, adorei seu conto menina, se puder me escreva algo.

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