Relatos de uma casada

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Estou muito excitada agora, enquanto decido se vou ou não escrever esse conto, minha vagina está toda molhadinha só de recordar todo o tesão e prazer que senti ao vivenciar o que vou agora, pela primeira vez, compartilhar com outras pessoas, inúmeras pessoas, que assim como eu devem ler esses contos e ficar loucas de tesão, se masturbando até gozar.

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Sou uma mulher muito bem casada, amo e respeito meu marido, mas desde que ele começou a trabalhar de noite e de madrugada me sinto carente, sozinha, abandonada, cheia de amor para dar e louca para transar, transar muito, porque ele (que por sinal é um excelente parceiro sexual; *mas nunca chupou meu rabinho) chega em casa muito cansado, as poucas transas que temos ultimamente são incríveis, o que me faz ficar com mais vontade ainda de meter com ele, que é um homem cheiroso e gostoso, uma delícia mesmo, ai como gosto de ser comida por ele.

Bem, acho melhor eu contar logo o que aconteceu comigo. Perdi a virgindade com o meu marido e até alguns meses atrás apenas ele havia me possuído, mas confesso, sempre tive muita vontade de transar com outros homens, mas nunca tive coragem, apesar de oportunidades não terem faltado.

Depois que passei a não ter meus anseios sexuais satisfeitos, instintivamente me habituei a me masturbar, não vejo muita graça num orgasmo alcançado com a masturbação, mas acho melhor do que nada. Deito-me em minha cama, fico lendo obscenidades e me toco, até gozar. Um dia olhei pela sacada do meu quarto e percebi meu vizinho me observando pela janela do banheiro de sua casa, que ficava de frente para o meu quarto. A princípio fiquei irritada, achei uma grande falta de respeito, mas depois fiquei super excitada e decidi usar aquilo para sentir mais prazer, sempre gostei de me sentir desejada e de provocar os homens, sempre fiz isso discretamente sem que meu marido percebesse, mas sempre fugi da raia na hora “H”. Nunca havia beijado outro homem depois de casada, apesar de sempre morrer de vontade.

Depois do flagra, de ver meu vizinho me espionando, pelo menos umas três vezes por semana eu me masturbava para ele, com a cortina da sacada entreaberta, eu fingia que não percebia que estava sendo observada e até mesmo alisava o meu cuzinho, virado para ele, que todos os dias ficava por horas indo e vindo na janela para ver se conseguia ver alguma coisa, eu também passei a transitar pelada pelo meu quarto, nossa!! Me diverti muito com essa brincadeira, que me rendeu muitos orgasmos, bem mais excitantes do que aqueles que eu alcançava apenas com a masturbação.

Mas, prometo, pensei que não ia passar disso, algo mais era o que eu temia, mas queria, pois passei a desejar intensamente aquele homem, que tanto gostava de me espionar, eu mal o conhecia, mal olhava para o lado de sua casa, eu tinha vergonha, mas só de vê-lo transitar pela calçada ficava toda excitada, com a calcinha melada. Como eu queria aquele homem!!

Um dia meu marido chega e me diz: “Amor nosso vizinho é um pintor profissional, ele tem ido conversar comigo no meu trabalho, foi muito bem recomendado e decidi contratá-lo para pintar nossa casa, você me pede isso há tanto tempo, vou aproveitar que as crianças estão de férias na casa da minha mãe”. Nossa!!!! Me deu um frio na barriga, um mix de excitação e medo, desejo e recusa, vergonha e safadeza. Fiquei com pena do meu marido, que eu tanto amo, tão trabalhador, dando à esposa que ele tanto amava e da qual tinha tanto ciúmes a oportunidade de fazer, não dá nem para imaginar o quê!!

Um dia na hora do almoço, sem ao menos me avisar, chegaram os dois em minha casa, meu marido e o pintor, um homem forte, alto, moreno claro, de uns 38 anos, normal, mas muito atraente, com cara de sério, porém me olhava com um ar de safado, quando olho sem querer para baixo, seu pau estava duro, senti minha face ruborizar, fui disfarçadamente para a cozinha, toda excitada. Depois de lhe dar todas as instruções, meu marido lhe disse que qualquer coisa que precisasse poderia me pedir, almoçou e voltou para o trabalho. Estávamos os dois sozinhos em casa, inundados pelo desejo, corrompidos pelo tesão. Na primeira semana eu discretamente provoquei muito, mas não dei a oportunidade dele relar um só dedo em mim (eu poderia contar mais detalhes, mas temo que esse meu primeiro conto fique muito extenso). Aquele homem me comia com os olhos e eu louca para ser literalmente comida por ele.

Eu continuava a me masturbar para ele de noite, mas não saia do papel de esposa fiel. Um dia eu estava muito excitada e com medo do que poderia fazer, o cacete do meu vizinho parecia que ia rasgar a sua calça, eu lhe disse então, que iria tomar um banho, um calmante e que iria dormir porque não estava passando bem, lhe pedi que se alguém tocasse a campainha que ele por favor atendesse, pois meu sono era muito pesado. Ao entrar no banho deixei a porta do meu quarto e do banheiro abertas. Enquanto tomava banho percebi que ele me espionava, nossa!! Aproveitei, derrubei o sabonete várias vezes, caprichei na minha bocetinha e no meu cuzinho, acariciei os biquinhos do meu seio, tive um orgasmo e gemi bem gostoso para ele, enquanto acariciava o meu clitóris.

Eu percebi que ele se masturbava freneticamente enquanto me olhava, mas ele não notou que eu o via, me deu uma vontade tão grande de chupar aquele pau duro e desesperado para meter, mas me contive, acabei meu banho, me sequei, passei meus cremes com cheirinho de frutas, escovei meus dentes e meus cabelos que estavam bem limpinhos e cheirosos, coloquei uma camisola sexy e uma calcinha bem enfiadinha no meu reguinho, fechei as cortinas da sacada para escurecer um pouco o quarto e me deitei, com as pernas bem abertas, com minha vagina pulsando, pedindo para ser chupada. Meu pintor havia saído de traz da porta do banheiro assim que eu desliguei o chuveiro. Eu fiquei triste, mas aliviada, pois achei que ele se contentara em me espionar de perto, tomando banho, em ouvir meus gemidos enquanto me masturbava, mas não, a porta do meu quarto se abriu e ele entrou, eu permaneci com os olhos fechados e pensei: “faça comigo o que quiser meu garanhão, te quero há tanto tempo, você pode me fazer sua fêmea”.

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Ao entrar no quarto ele disse: “Que mulher gostosa!!! Eu preciso comer essa safada, que há tanto tempo me tira o sono, estou me apaixonando por ela, já não consigo dormir, nem me alimentar direito, nunca desejei tanto uma mulher em toda a minha vida.” Eu senti um arrepio percorrer todo o meu corpo, de repente começo a sentir sua mão passeando em mim, ele começou a tocar o meu seio e foi descendo, ele afastou a minha calcinha e enquanto tocava levemente minha bocetinha molhada de tesão, ele dizia coisas que me levavam à loucura, fazia declarações de amor e desejo à mim, falava obscenidades, tudo o que eu precisava ouvir.

De repente ele começa a ir longe demais, mas aquele caminho parecia ser sem volta, eu simplesmente relaxei. Aquele macho gostoso começa a lamber minha vagina com uma fome, ele enfiava a língua o mais fundo que conseguia, cheirava e dizia baixinho: “Que boceta gostosa, não acorda, que hoje te como nem que seja dormindo sua putinha que me enlouquece se masturbando.” Ele chupava e lambia, mamava nos meus pequenos lábios, tudo suavemente, acho que com medo de me acordar, o que tornava aquela chupada ainda mais prazerosa.

De repente ele começa a lamber meu clitóris, o ponto mais fraco de todo o meu corpo delicado de mulher, ele começou a sugá-lo delicadamente, eu totalmente relaxada e enlouquecida, parecia que não ia agüentar de tanto prazer, e o pior eu não podia gemer, minha vontade era gritar de tanto tesão. Quando senti que o orgasmo se aproximava, o melhor orgasmo de minha vida, já quase desmaiei de tanto tesão, vi que não agüentaria aquele orgasmo sem gritar, resolvi virar e ficar de bruços, impossibilitando-o de chupar meu clitóris, eu sou muito escandalosa quando tenho um orgasmo bom e aquele já anunciava que seria maravilhooooooso!!

Achei que aquele homem faminto iria sair do meu quarto naquele momento, me arrependi profundamente do que fiz, no entanto, quando menos esperava o escutei dizer: “Ah como sonhei com esse cuzinho!!”. E sinto sua língua lambendo todo o meu rabinho, com a língua toda molhada de saliva ele demoradamente lambe meu cuzinho, fazendo movimentos de vai e vem, penetrando aquela língua faminta aonde ninguém nunca havia penetrado, poxa vida!!! Essa era minha tara, ser lambida no cuzinho. Aquele homem ia me matar de tanto prazer!!! Eu pensei: “que se dane a minha reputação, esse macho terá sua recompensa, eu estava decidida a engolir aquele cacete e me entregar aquele orgasmo feito uma cadela no cio, aquele homem iria experimentar o melhor orgasmo de sua vida assim como eu, e comeria cada buraquinho do meu corpo”; eu queria e precisava dar isso a ele e a mim.

De repente escuto o portão se abrir, e os cachorros começam a latir, não acreditei! Meu marido estava chegando em casa, meu pintor parou de chupar meu rabinho imediatamente e se escondeu atrás da cortina, eu ali deitada, fingindo que estava dormindo, largada de tesão, achei até melhor assim, pelo menos não me entreguei aquele homem. Quando meu marido entrou no quarto decidi que seria ele quem terminaria o trabalho que o pintor começou, ele teria que me comer e o meu vizinho iria ver tudo.

Meu marido estava levando alguns papéis para que eu assinasse, eu lhe disse que só assinaria se ele me fodesse violentamente, que eu precisava ser dele naquele momento, precisava chupar seu cacete porque havia sonhado que estava sendo deliciosamente chupada. Eu estava deitada, abri sua calça, tirando o seu pau que eu tanto gosto, ele se ajoelhou com minha cabeça entre suas pernas e se sentou com o seu cacete duro em minha boca, dando fortes estocadas, dizendo: “Quer gozar minha putinha? Então você vai gozar gostoso, porque eu estou louco para te comer a dias, mas o cansaço não deixa”.

Ele metia fortemente em minha boca do jeito que eu gosto, eu o acariciava e dizia que o amava, que o queria e que ele metia como ninguém, e o meu pintor observando tudo, minha cortina balançava com sua masturbação, coitado, eu estava fazendo com meu marido tudo aquilo que desejei fazer com ele. Depois de meter em minha boca eu o fiz deitar e disse agora é a minha vez, sentei-me com minha vagina em sua boca, fazendo-o sugá-la até eu gozar, gritei, gritei e gemi feito uma vadia.

Que tesão, depois me sentei em seu cacete a princípio com minha vagina, depois me levantei e de uma só vez sentei-me com meu cuzinho que já estava lubrificado com a saliva do pintor, meu marido gemeu alto de prazer e disse: “sua cadela, quer levar no cuzinha, né? Então fica de quatro pra mim”. Eu obedeci na mesma hora, a essa altura já até tinha esquecido que estávamos sendo observados, ele meteu no meu cuzinho, meteu muito, nem doeu, eu estava tão excitada, rebolando enlouquecidamente no cacete do meu companheiro, que estava completamente enfiado no meu cú, ele metia no meu ânus e me penetrava com os dedos na vagina, tocando o meu clitóris, nós dois gozamos juntos, gememos juntos e chegamos a um êxtase incrível, que todos deveriam experimentar em suas vidas.

Depois assinei os papéis, e ele me disse que eu era uma safada deliciosa e que me comer era a coisa mais gostosa do mundo, que ele iria parar de trabalhar tanto para ter mais disposição para foder comigo. Fiquei tão feliz, que dei mais uma chupadinha em seu pinto, agora não tão duro, aproveitei para chupar o saco junto e me deliciar com aquele gostinho de porra, ele então foi embora. Foi aí que me lembrei novamente do meu querido pintor que também era meu vizinho tão desejado. Entrei correndo no banho, mesmo sem forças e dessa vez fechei a porta. Não foi naquele dia que meu pintor me comeu, depois disso ele me chupou mais algumas vezes dormindo, me dizendo cada obscenidade!! E o dia em que transamos foi uma loucura maior ainda, eu não imaginava que ele metia tão bem e tinha um cacete tão saboroso.

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