Trepada inesquecível com minha esposa

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Sou casado há sete anos. Tenho 31 anos, 72 kg, sou branco, cabelos e olhos castanhos. Sou muito tarado em minha mente, mas, perante as pessoas, pareço um cara pacato e assexuado. Minha esposa é linda e gostosa: tem 29 anos, branca, 55 kg, cabelos longos castanhos e olhos cor de mel. Os seios dela são um verdadeiro deleite: preenchem minhas mãos completamente e, quando ela está excitada, os bicos ficam tão duros e salientes que minha boca enche d’água só de imaginar. O que vou contar neste relato aconteceu ontem, pouco depois de ela saber que a tinha traído com uma prostituta no ano passado.

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Apesar de ela ter dito que queria me matar depois que contei para ela de tarde sobre a traição, fiquei surpreso de noite depois do meu banho antes de dormir. Fui para cama de calça de pijama (calça leve cinza, sem cueca, pois gosto de deixar meu pau e minhas bolas bem folgados durante a noite) e camiseta esportiva branca. Fiquei na cama mexendo no celular enquanto ela estava no banheiro, chuveiro desligado, sabe-se lá fazendo o quê.

Quando ela abriu a porta do banheiro da suíte, estava com uma calça de pijama fininha, rosa, justa, meio transparente. Ela agachou na frente da cama para pegar algo no chão e eu consegui ver nitidamente as duas bandas do rabo delicioso dela, com uma sobra no meio, marcando bem o rego – deu quase para ver o cuzinho depilado dela. Depois que ela virou de frente, vi que tinha uma área molhada bem colada na buceta dela e percebi que ela já estava excitada e querendo ser comida como nunca. Na parte de cima, ela estava vestindo uma camisa baby-look branca, sem sutiã, e pude confirmar que ela estava no clima quando vi as áreas escuras dos grandes e protuberantes mamilos dela.

Em poucos segundos, senti meu cacete endurecer feito pedra e comecei a sentir que minha calça também ia se molhando de tesão. Quando levantei da casa, ela viu a barraca enorme que se armou na calça e, sem dizer nada, se ajoelhou no chão e começou a lamber minha pica ainda dentro da calça. Quando abaixou minha calça, minha jeba saltou para fora de tanta dureza – um fio de baba do meu pau escorria. Foi quando ela envolveu só a cabeça vermelha e grande do meu pau com os lábios dela e sugou toda a baba. Ao mesmo tempo, ela segurava minhas bolas e massageava, com os olhos fechados, enquanto eu urrava de prazer. Não ligo para o que as pessoas pensam e quando estou com prazer, urro igual a um cachorro bravo. Comecei a foder a boca dela e, ao mesmo tempo, apertar delicadamente os mamilos dela que estavam duros. Cuspi na mão e molhei bem os mamilos dela, rodopiando os dedos enquanto ela sentia meu cacete na goela dela e segurava minha bunda com firmeza.

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Levantei ela e a deitei na cama com a bunda bem perto da borda. Abri as pernas dela e dei de cara com sua buceta linda, babada, depilada. Abri a buceta com as duas mãos e vi a baba se espalhar de um lado a outro. Não perdi tempo e lambi tudo: enfiei minha cara naquela buceta maravilhosa, parecendo um cachorro faminto lambendo o prato após uma farta refeição. Enfiei dois dedos na buceta dela, tentando tocar no ponto G, enquanto relava a língua muito molhada no clitóris dela. Ao mesmo tempo, minhas duas mãos apertavam com firmeza os grandes e macios peitos da mulher da minha vida. Eu lambia freneticamente e cada vez mais ela molhava toda minha cara de tesão. Vi que o clitóris dela foi ficando durinho e ela disse: “estou gozando”.

Fiquei maluco: ela começou a rebolar com a buceta na minha cara, para cima e para baixo, molhando meu nariz e minha boca de tesão, gritando “estou gozando muito, muito”. Quando não aguentava mais, ela pediu pra eu comer ela com força. Nessa hora, meu pau estava todo babado e latejando de tesão: subi na cama, coloquei as pernas dela nos meus ombros e soquei minha pica sem parar, com força, naquela boceta quente e molhada. A cada estocada via os peitos dela balançarem, a cada estocada ela gemia “aí, assim”, “mete mais”. Eu já não estava aguentando de tesão e comecei a estocar mais forte, até que tirei o pau e ela começou a me punhetar.

A sensação era de que eu ia desmaiar de tanto prazer. O primeiro jato saiu com tanta pressão que voou na cara dela e nos cabelos, seguido de vários jatos fortes, cheios e quentes pelos peitos, ombro e barriga dela. Ela ficou encharcada de porra. Caí em cima dela e ficamos ali alguns segundos unidos pela porra. Foi uma das melhores fodas da minha vida. Em breve, conto outras trepadas nossas para vocês. Esse relato é 100% real.

Conto enviado por:  William Souza (Obrigado)

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